Autora: Jojo MoyesTítulo original: Me Before You
Tradução: Beatriz Horta
Editora: Intrínseca
Páginas: 320
Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Sua vidinha ainda inclui o trabalho como garçonete num café de sua pequena cidade - um emprego que não paga muito, mas ajuda com as despesas - e o namoro com Patrick, um triatleta que não parece muito interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor tem 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de ter sido atropelado por uma moto, o antes ativo e esportivo Will agora desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Sua vida parece sem sentido e dolorosa demais para ser levada adiante. Obstinado, ele planeja com cuidado uma forma de acabar com esse sofrimento. Só não esperava que Lou aparecesse e se empenhasse tanto para convencê-lo do contrário.
Uma comovente história sobre amor e família, Como eu era antes de você mostra, acima de tudo, a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.
Tenho esse livro há uns bons dois anos e nunca tive coragem de pegá-lo. Um amigo meu disse que seria um daqueles livros que te fariam chorar absurdamente. E eu acreditei, afinal, olha essa sinopse. Só de lê-la, você já começa a leitura desconfiada. No entanto, meu amigo também comentou que esse seria uma das histórias mais tocantes que eu leria. Mais uma vez, eu acreditei. Por isso protelei tanto. Porque eu não estava prepara para chorar por esse livro. Até que 2016 começou e eu olhei para a capa dele e disse: é hoje!
E como eu chorei. Na verdade, para ser o mais sincera que eu posso com vocês, eu não me permiti chorar, porque estava terminando o livro no trabalho. Eu o comecei no sábado. No domingo, passei da metade. E na segunda eu simplesmente precisava terminar de lê-lo. E foi o que eu fiz. Mas foi tão difícil. Eu não aconselho vocês a fazerem isso. Porque eu tive que interromper a leitura muitas, muitas vezes para conseguir controlar as lágrimas que estavam tentando escapar dos meus olhos. Essa situação foi ficando mais constante conforme eu me aproximava do final do livro. E agora eu vou explicar porque me emocionei tanto!
"Como explicar para aquele homem o quanto eu queria trabalhar? Ele tinha alguma ideia do quanto eu sentia falta do meu antigo emprego? O desemprego era um conceito, algo vagamente citado nos noticiários, que referia-se a estaleiros ou fábricas de automóveis. Nunca pensei que se pudesse sentir falta de um emprego como se sente fala de um braço ou de uma perna, algo que está sempre ali, que faz parte de você. Não imaginei que, além dos medos óbvios sobre dinheiro e futuro, perder o emprego fizesse a pessoa se sentir inadequada e um pouco inútil. Que pode ser mais difícil levantar de manhã do que quando se é brutalmente trazido à consciência pelo toque do despertador. Que você pode sentir falta de colegas de trabalho, não importando quão pouco você se identificava com eles. Ou até mesmo que você pode ficar procurando rostos conhecidos ao andar pela rua." Lou, p. 20
Izabela, 23, bookahoolic desde os 12 anos – época em que meu irmão não me respondeu se o Harry morria ou não no final e me mandou ler. Não parei desde então. Não vejo meu futuro senão junto aos livros e trabalharei muito para que esse sonho se realize. Esse blogue é um passo e espero poder mostrar a todos vocês, leitores, como o mundo real e o nosso real podem se misturar.
Nascida e criada em uma família de leitoras (girl power!), comecei a ler livros mais sérios aos 11 anos, mais precisamente Harry Potter, logo em seguida descobrindo minha verdadeira paixão que é a literatura fantástica com o mestre J.R.R Tolkien, também meu autor favorito. Nerd (com orgulho) desde criancinha, hoje aos 25 anos não vivo sem: Livros! Música, filmes & séries, RPG, jogos em geral e passar um tempo com as amigas.
Sou uma geminiana de múltiplos interesses na vida e na literatura. Minha família é nerd e não nego as raízes. Quando pequena fui apresentada ao universo da ficção com Star Wars pelo meu pai enquanto minha mãe me presenteava com livros infantis. Aos 14, conheci e me apaixonei por HQs e mangás (ainda mantemos uma relação séria até os dias atuais). Hoje sou uma mistura de meus pais, casando uma grande paixão por fantasia e ficção com romances de época e contemporâneos, dando uma passada no setor de quadrinhos pelo menos uma vez ao mês e parando de vez em quando para assistir uma série, um filme ou um anime.

