Autoras: P.C. Cast e Kristin Cast
Título original: Dragon's Oath
Tradução: Cesar Auguto Fautisno Jr.
Editora: Novo Século
Série: The House of Night
Páginas: 160
Sinopse: Antes que Zoey fosse marcada e chegasse à Morada da Noite, houve Dragon Lankford, transformado pelo amor e assombrado por uma promessa. Certas escolhas jamais serão esquecidas. O misterioso passado de Dragon é revelado neste primeiro livro de uma nova série das premiadas autoras best-seller do New York Times e do USA Today . Nos primeiros anos do século XX, bem antes de se tornar professor na Morada da Noite de Tulsa, Bryan Lankford é um adolescente humano cheio de si, seguro de que pode sair bem de qualquer situação... Até que seu pai, cansado do filho problemático, decide expulsá-lo para a América. Quando Bryan é marcado por um vampiro nas docas, é dada a ele uma escolha que mudará seu destino: seguir em um navio sombrio para o continente americano ou permanecer na Morada na Noite de Londres.
Até o sétimo livro de The House of Night, Johann Heyss traduziu. Termos como Mestre da Espada, Filhas e Filhos das Trevas, Merry meet, marry part e marry meet outra vez foram estabelecidos e nós nos acostumados com eles. Daí, Alessandra Kormann continuou com os mesmo termos, nos oitavo e nono volumes, porque não havia sentido em mudar sequer uma vírgula do que já foi padronizado.
Neste volume, no entanto, algo aconteceu, muitos termos foram alterados. Filhas e Filhos das Trevas para Filhas e Filhos da Escuridão. Mestre da Espada para Mestre Espadachim. Marry meet, marry part e marry meet outra vez foi um golpe: Bom vê-la, bom partir e bom vê de novo...
Segundo, a linguagem descolada e livre que conhecemos nos nove volumes da série dá lugar a frases formais, com um linguagem que não soam bem. Tudo bem que a história se passa na "Inglaterra, nos primeiros anos do século XIX", mas:
"- (...) Seu destino mudou quando foi marcado.
- Para melhor ou para pior?
- Para exatamente o que você mesmo fizer dele, Nyx vai querer." Shaw e Bryan, p. 34
... quem fala assim? Enfim, fora esse e mais outros erros que passaram desapercebidos pela revisão ao longo do livro, a história é boa. E é dela que eu vou falar agora.