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Underground Airlines

Autor: Ben H. Winters
Título Original: Underground Airlines
Tradução: Ryta Vinagre
Editora: Rocco
Páginas: 320
Onde Encontrar: AmazonBR | Livraria Cultura | Livraria Saraiva
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| Livro cedido em parceria com o Grupo Editorial Rocco | 

Sinopse: Autor da trilogia O Último Policial, ganhador dos prêmios Edgar e Philip K. Dick, Ben H. Winters é uma das principais vozes da literatura policial e da ficção científica contemporânea nos EUA. Em Underground Airlines, o autor conta uma história ambientada numa realidade alternativa em que os Estados Unidos não passaram pela guerra civil e os estados de Mississipi, Alabama, Louisiana e Carolina do Sul permanecem separados do norte do país e vivendo de mão de obra escrava. Na trama, Victor é uma espécie de “capitão do mato”, um ex-escravo que trabalha rastreando escravos fugitivos e devolvendo-os a seus donos. Ao mesmo tempo, porém, em que opera a favor do status quo, ele age sob uma agenda própria. A partir desse personagem contraditório e aludindo às “underground railroads”, rotas clandestinas pelas quais os escravos americanos fugiam para o norte abolicionista ou para o Canadá, Underground Airlines é um ótimo entretenimento e também uma provocação à sociedade americana com suas questões raciais, econômicas e políticas.

Olá leitores e leitoras, como estão as férias e as leituras de fim de ano? Nunca é tarde para acrescentar mais um, ou alguns, livros a sua lista de natal ou de leituras para o novo ano que está próximo. Underground Airlines, do americano Ben H. Winters, é um livro que aborda um tema que parece desatualizado, mas que na realidade, é algo muito, muito atual sim. A escravidão. Foi uma leitura bem pesada, já adianto, no sentido de que é impossível ser leve se tratando desta temática. Mas é um livro que nos leva a reflexão, então, vamos a resenha?


No mundo criado pelo autor, vivemos num futuro distópico onde nada mudou muito, além do fato de que a abolição da escravatura nos Estados Unidos, nunca aconteceu. O ato da emancipação, emitido por Lincoln em 1863 e a guerra civil que foi resultado deste ato, nunca aconteceram, pois o presidente fora assassinado. Sendo assim, quatro estados mantém o regime de escravidão até a atualidade, são eles: Louisiana, Mississipi, Alabama e Carolina. São estados que sempre foram conservadores na história real e nessa distopia, eles mantém a mão de obra dos escravos, em um mundo moderno. Pode soar louco de início, mas não difere muito do que ainda acontece em alguns lugares do nosso mundo.

O Ceifador - Scythe #01

Autor: Neal Shusterman
Título Original: Scythe
Tradução: Guilherme Miranda
Série: Scythe
Editora: Seguinte
Páginas: 448
Onde Encontrar: AmazonBR | Livraria Cultura | Livraria Saraiva


| Livro cedido em parceria com a Companhia das Letras | 
Sinopse: Primeiro mandamento: matarás. A humanidade venceu todas as barreiras: fome, doenças, guerras, miséria... Até mesmo a morte. Agora os ceifadores são os únicos que podem pôr fim a uma vida, impedindo que o crescimento populacional vá além do limite e a Terra deixe de comportar a população por toda a eternidade. Citra e Rowan são adolescentes escolhidos como aprendizes de ceifador - papel que nenhum dos dois quer desempenhar. Para receberem o anel e o manto da Ceifa, os adolescentes precisam dominar a arte da coleta, ou seja, precisam aprender a matar. Porém, se falharem em sua missão ou se a cumplicidade no treinamento se tornar algo mais, podem colocar a própria vida em risco.
Olá leitores! Acho que estou numa fase distópica, pois O Ceifador é mais uma distopia que trouxe para vocês. Mas também é diferente e muito interessante. Do mesmo autor de "Fragmentados", Neal Shusterman, eu já sabia que o livro seria no mínimo polêmico e que teria certo nível no quesito inovação. E não estava errada. Vamos conferir a resenha!


O Conto da Aia

Autora: Margaret Atwood
Título original: The Handmaid’s Tale
Tradução: Ana Deiró 
Editora: Rocco
Páginas: 368

| Livro cedido em parceria com o Grupo Editorial Rocco |

Sinopse: Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.

Desde o ano passado eu tenho pesquisado e desejado conhecer O Conto da Aia, uma das distopias mais elogiadas e premiadas que já foi adaptada para o teatro, o cinema, a ópera e - agora em 2017 - também se tornou uma série de TV.

Margaret Atwood tem hoje 77 anos
A autora, Margaret Atwood, recebeu o Arthur C. Clarke Award por O Conto da Aia. E outros títulos da escritora também receberam prêmios muito reconhecidos na literatura internacional, como o Man Booker Prize (por O Assassino Cego).

"Eu gostaria que esta história fosse diferente. Gostaria que fosse mais civilizada. Gostaria que me mostrasse sob uma luz melhor, se não mais feliz, pelo menos mais ativa, menos hesitante, menos distraída por trivialidades. Gostaria que tivesse mais forma. Gostaria que fosse sobre o amor, ou sobre súbitas tomadas de consciência importantes para a vida da gente, ou mesmo sobre pores do sol, passarinhos, temporais ou neve.
Talvez seja sobre todas essas coisas, em certo sentido; mas nesse meio-tempo há tantas outras coisas interferindo no caminho, tanto sussurrar, tanta dúvida e suposição a respeito dos outros, tanta bisbilhotice que não pode ser averiguada, tantas palavras não ditas, tantos movimentos furtivos e sigilo. E existe tanto tempo para ser suportado, tempo pesado como fritura ou cerração espessa; e então, simultaneamente estes acontecimentos em vermelho, como explosões, em ruas que de outra maneira seriam decorosas e matronais e sonambúlicas.
Lamento que haja tanto sofrimento nesta história. Lamento que esteja em fragmentos, como um corpo apanhado num fogo cruzado ou desfeito em pedaços à força. Mas não há nada que eu possa fazer para mudá-la.
Mesmo assim me dói contá-la outra vez, mais uma vez."
Offred, p. 315 

Puros #01

Autora: Julianna Baggott
Título Original: Pure
Tradução: Flávia Souto Maior
Série: Puros
Editora: Intrínseca

Páginas: 368
Onde Encontrar: AmazonBr | Submarino | Livraria Saraiva

Sinopse: Pressia pouco se lembra das Explosões ou de sua vida no Antes. Deitada no armário de dormir, nos fundos de uma antiga barbearia em ruínas onde se esconde com o avô, ela pensa em tudo o que foi perdido — como um mundo com parques incríveis, cinemas, festas de aniversário, pais e mães foi reduzido a somente cinzas e poeira, cicatrizes, queimaduras, corpos mutilados e fundidos. Agora, em uma época em que todos os jovens são obrigados a se entregar às milícias para, com sorte, serem treinados ou, se tiverem azar, abatidos, Pressia não pode mais fingir que ainda é uma criança. Sua única saída é fugir.
Houve, porém, quem escapasse ileso do Apocalipse.
Esses são os Puros, mantidos a salvo das cinzas pelo Domo, que protege seus corpos saudáveis e superiores. Partridge é um desses privilegiados, mas não se sente assim. Filho de um dos homens mais influentes do Domo, ele, assim como Pressia, pensa nas perdas. Talvez porque sua própria família se desfez: o pai é emocionalmente distante, o irmão cometeu o suicídio e a mãe não conseguiu chegar ao abrigo do Domo. Ou talvez seja a claustrofobia, a sensação de que o Domo se transformou em uma prisão de regras extremamente rígidas. Quando uma frase dita sem querer dá a entender que sua mãe pode estar viva, ele arrisca tudo e sai à sua procura.
Dois universos opostos se chocam quando Pressia e Partridge se encontram. Porém, eles logo percebem que para alcançarem o que desejam — e continuar vivos — precisarão unir suas forças.

Olá leitores! Há muito tempo eu não lia nenhuma distopia, pura e simplesmente. Então busquei na minha estante um dos mil livros parados e resolvi ler Puros, da autora Julianna Baggott. Puros aborda uma temática diferente de muitos livros distópicos e clichês que encontramos no mercado editorial hoje em dia. Ele foi uma leitura bem diferente do que eu esperava, inclusive, e bem interessante. Vamos a resenha?


O livro narra a história de dois protagonistas: Pressia e Partridge (nomes "diferentões"). Pressia é uma jovem que vive com o avô em um porão, numa situação precária, em um mundo completamente devastado e horroroso. Nessa história, os Estados Unidos foi devastado por uma série de explosões radioativas, e com essas explosões, as pessoas que conseguiram sobreviver, e não foram muitas, sofreram imensos danos biológicos. Por conta da radiação, os seres humanos se fundiram (ficaram grudados mesmo) a coisas, animais, ou até mesmo ao solo. Pressia e o avô tiveram seus próprios danos, a menina possui uma cabeça de boneca presa ao seu corpo e agora faz parte dela. Bizarro, não? Mas também muito triste. Nesse mundo as pessoas comuns já não possuem mais esperanças, foram deixadas para trás e são chamados, inclusive, de os miseráveis. E eles sentem ódio dos que se salvaram, os puros.

Mestre das Chamas

Autor: Joe Hill
Título Original: The Fireman
Tradução: Fernanda Abreu
Editora: Arqueiro
Páginas: 592
Onde Encontrar: AmazonBR | Livraria Saraiva | Livraria Cultura

| Livro cedido em parceria com a Editora Arqueiro |

Sinopse: Ninguém sabe exatamente como nem onde começou. Uma pandemia global de combustão espontânea está se espalhando como rastilho de pólvora, e nenhuma pessoa está a salvo. Todos os infectados apresentam marcas pretas e douradas na pele e a qualquer momento podem irromper em chamas.
Nos Estados Unidos, uma cidade após outra cai em desgraça. O país está praticamente em ruínas, as autoridades parecem tão atônitas e confusas quanto a população e nada é capaz de controlar o surto.
O caos leva ao surgimento dos impiedosos esquadrões de cremação, patrulhas autodesignadas que saem às ruas e florestas para exterminar qualquer um que acreditem ser portador do vírus.
Em meio a esse filme de terror, a enfermeira Harper Grayson é abandonada pelo marido quando começa a apresentar os sintomas da doença e precisa fazer de tudo para proteger a si mesma e ao filho que espera. Agora, a única pessoa que poderá salvá-la é o Bombeiro – um misterioso estranho capaz de controlar as chamas e que caminha pelas ruas de New Hampshire como um anjo da vingança. Do aclamado autor de A estrada da noite, este livro é um retrato indelével de um mundo em colapso, uma análise sobre o efeito imprevisível do medo e as escolhas desesperadas que somos capazes de fazer para sobreviver.

Olá leitores e leitoras! Finalmente terminei Mestre das Chamas, de Joe Hill. Eu e o Joe temos uma boa relação de leitora e autor (rsrs). Já li outras obras dele, gosto muito de sua narrativa e ele tem por onde puxar, afinal, é filho do Stephen King. Nesta nova obra do Joe, ele consegue demonstrar uma criatividade diferente, como já havia visto em seus outros livros. Mas será que é o suficiente para nós, leitores, encararmos mais de quinhentas páginas?

Em Mestre das Chamas, o nosso mundo está vivendo um apocalipse diferenciado. Nada de zumbis, meteoros ou vulcões entrando em erupção, e sim uma pandemia completamente diferente de tudo: a Escama de Dragão. O nome dessa doença que assola o globo é devido aos seus sintomas. A pessoa infectada desenvolve algumas marcas na pele, primeiramente, e a partir deste fato, a qualquer momento o infectado pode entrar em combustão espontânea. Isso mesmo, pode pegar fogo! Diante da propagação da doença, ainda no início, iremos acompanhar seu avanço e seu impacto na vida dos personagens.


A Ordem dos Clarividentes - Bone Season #02

Autora: Samantha Shannon
Título original: The Mime Order 
Tradução: Cláudia Mello Belhassof
Série: Bone Season
Editora: Fantástica Rocco
Páginas: 400
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| Livro cedido em parceria com o Grupo Editorial Rocco | 

Sinopse: Paige Mahoney escapou da colônia penal Sheol I, mas seus problemas estão só começando: muitos dos sobreviventes estão desaparecidos, e ela é a pessoa mais procurada de Londres.
Enquanto Scion está à caça da andarilha onírica, os mime-lordes e mime-rainhas da cidade são convocados para uma reunião da Assembleia Desnatural. Jaxon Hall e seus Sete Selos se preparam para assumir o palco, mas a comunidade clarividente encontra-se dividida por segredos obscuros. E então os Rephaim começaram a sair das sombras. Mas onde está o Mestre? Paige deve seguir em frente, de Seven Dials a Grub Street e às catacumbas secretas de Camden, até que o destino do submundo seja decidido.
A Ordem dos Clarividentes é a esperada continuação de Temporada dos Ossos, segundo da série de fantasia distópica com toques paranormais Bone Season, sucesso da britânica Samantha Shannon. Publicada na Inglaterra pela Bloomsbury, casa editorial responsável pelo sucesso Harry Potter, Shannon foi apontada pela crítica como uma nova e vigorosa voz da literatura fantástica contemporânea, “a melhor criação mitológica desde que Harry Potter aportou em sua Nimbus 2000”, afirma o USA Today, por sua combinação de horror e ficção científica, com um inovador e surpreendente código de combate para os personagens. 

Comentei na resenha de Temporada dos Ossos, primeiro livro da série Bone Season, que já estava morrendo pelo segundo título - A Ordem dos Clarividentes. Então, obviamente eu o peguei para ler assim que chegou na minha casa - e não me arrependi! 

"Eu não consigo parar de ler"

A saga criada pela britânica Samantha Shannon já foi publicada em mais de 20 países e tem previsão de ser concluída no 7º (sétimo) livro, o que gera ainda mais comparações com J.K. Rowling pelos críticos ingleses.

A Ordem dos Clarividentes começa exatamente onde Temporada dos Ossos terminou, por isso, essa resenha contém alguns spoilers do primeiro livro. Leiam por sua conta e risco! ;)

Assim, a obra é dividida em três partes que separam de certa maneira as grandes reviravoltas dessa trama tão rica.

"Algumas revoluções alteram o mundo em um dia. Outras levam décadas, séculos ou mais, e outras nunca dão resultado. A minha começou com um momento e uma escolha. A minha começou com o brotar de uma flor em uma cidade secreta na fronteira entre dois mundos.
Você vai ter que esperar para saber como essa história termina.
Bem-vindo de volta a Scion."
Paige, p. 19

Temporada dos Ossos - Bone Season #01

Autora: Samantha Shannon
Título original: The Bone Season
Tradução: Cláudia Mello  Belhassof
Série: Bone Season
Editora: Fantástica Rocco
Páginas: 448
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| Livro cedido em parceria com o Grupo Editorial Rocco | 

Sinopse: O ano é 2059. Até onde seu pai sabe, Paige Mahoney é funcionária de um dos vários bares de oxigênio espalhados pela cidade.
Seria perigoso deixá-lo a par de sua ligação com o submundo, onde ela trabalha para um poderoso mime-lorde chamado Jaxon Hall. Sua função: invadir a mente de outras pessoas para conseguir informações.
Paige é uma andarilha onírica - e, no governo opressor de Scion Londres, sua simples existência já configura uma traição.
No dia em que sua vida muda para sempre, está chovendo. Paige é perseguida, drogada e levada para Oxford - um lugar controlado pelos Rephaim, uma raça antiga e ameaçadora, com desígnios misteriosos para ela.
Nessa prisão inescapável e sob a guarda de um dos mais poderosos Rephaites, Paige precisará explorar os limites do próprio poder e aprender a confiar em aliados improváveis para evitar sujar as mãos de sangue e tentar lutar por sua liberdade.

Samantha Shannon
Temporada dos Ossos chamou minha atenção logo que foi lançado pela editora Rocco no ano passado (2016). É o primeiro livro da autora inglesa, Samantha Shannon, e fez tanto sucesso que já foi publicado em mais de 20 países, além de também ser considerada “a próxima J.K. Rowling” pelos críticos - o que não é para qualquer um, vale ressaltar.

A história se passa em 2059 na Inglaterra. Mas este país criado por Samantha Shannon é completamente diferente de como o conhecemos hoje. Isso porque em 1901, logo após a morte da rainha Vitória, a monarquia foi extinta. Um novo governo ditatorial, chamado Scion, foi criado e Londres, assim como muitas outras cidades na Grã Bretanha, foi sitiada. É assim que se dá início a Scion Londres, Scion Dublin e etc. É proibido a entrada e a saída dessas cidades sem uma autorização do governo.

É pelo medo que esse governo consegue manter todas as pessoas aprisionadas. Medo dos desnaturais, pessoas que conseguem de alguma forma se conectar com o mundo espiritual. Segundo o governo, o primogênito da rainha Vitória, Edward VIII, enlouqueceu e, em sua loucura, acabou com os limites naturais do mundo. Criando assim médiuns, adivinhos, sensitivos e todas as diferentes categorias de clarividentes.

Imperfeitos #01

Autora: Cecelia Ahern
Título original: Flawed
Tradução: Paulo Polzonoff Junior
Série: Imperfeitos
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320
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| Livro cedido em parceria pelo Grupo Editorial Novo Conceito |


Sinopse: Celestine North vive em uma sociedade que rejeita a imperfeição. Todos aqueles que praticam algum ato julgado como errado são marcados para sempre, rechaçados da comunidade, seres não merecedores de compaixão.
Por isso, Celestine procura viver uma vida perfeita. Ela é um exemplo de filha e de irmã, é uma aluna excepcional, bem quista por todos do colégio, além do mais, ela namora Art Crevan, filho da autoridade máxima da cidade, o juiz Crevan.
Em meio a essa vida perfeita, Celestine se encontra em uma situação incomum, que a faz tomar uma decisão instintiva. Ela faz uma escolha que pode mudar o futuro dela e das pessoas a seu redor.
Ela pode ser presa? Ela pode ser marcada? Ela poderá se tornar, do dia para a noite Imperfeita?
Nesta distopia deslumbrante, a autora best-seller Cecelia Ahern retrata uma sociedade em que a perfeição é primordial e quem cometer qualquer ato falho será punido. A história de uma jovem que decide tomar uma posição que poderá custar-lhe tudo.

Cecelia Ahern é uma autora polêmica para mim. Isso porque tenho amigos que amam completamente e outros que a odeiam com todas as suas forças. Até então eu nunca havia lido nenhum de seus livros e por isso vim tirar a prova com Imperfeitos, o primeiro livro dos gêneros Young Adult e Distopia da autora.

Cecelia Ahern
A protagonista da história é a jovem Celestine North, uma mestiça filha de pai negro e mãe branca. Ela tem dois irmãos, Juniper e Ewan, e uma vida perfeita. Celestine é linda, popular na escola, sempre rodeada de amigos e com boas notas, além de namorar o divertido Art Crevan, filho da autoridade máxima da cidade, o juiz Crevan.

E Celestine, assim como toda a sua família, tem que ser perfeita. Isso porque na sociedade em que ela vive ser perfeito é lei. Uma pessoa acusada de cometer uma imperfeição é julgada por juízes, como o juiz Crevan, e - se for considerada imperfeito - esse indivíduo é marcado à ferro e fogo na pele e, a partir de então, hostilizado pela sociedade. Além disso, um imperfeito é obrigado a seguir regras opressoras pelo resto da vida, como: sentar apenas nas poltronas dos imperfeitos no ônibus (mesmo que haja lugares livres no resto do transporte), não ficar próximo de outros imperfeitos no mesmo local, se alimentar de rações específicas e apenas um doce por semana (nada de álcool é permitido também), se ficar doente só é permitido ir ao hospital dos imperfeitos, entre outras.

Crave a Marca #01

Autora: Veronica Roth
Título original: Carve the Mark
Tradução: Petê Rissatti
Série: Crave a Marca
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 480
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| Livro cedido em parceria pelo Grupo Editorial Rocco |


Sinopse: Cyra é a irmã de um tirano brutal que governa o povo Shotet. O dom-da-corrente que percorre o corpo da jovem lhe dá uma dor imensa, mas também um poder extraordinário – algo explorado pelo irmão, que a usa para torturar seus inimigos. No entanto, Cyra não é apenas uma arma nas mãos do irmão: ela é resiliente, ágil e mais esperta do que ele imagina.
Akos é da pacífica nação de Thuve e protegido por um dom-da-corrente incomum. Bondoso e extremamente fiel à família, quando ele e o irmão são sequestrados por soldados inimigos Shotet, Akos se desespera e decide fazer de tudo para resgatar o irmão com vida.
Agora, Akos se vê forçado a viver no mundo de Cyra, onde a inimizade entre seus países e suas famílias parece intransponível. Para salvar o irmão, ele encontra apenas uma saída: apostar nos poderes de Cyra. E ela, por sua vez, percebe que Akos é sua única chance de sobreviver à tirania familiar. Juntos, seus destinos podem decidir o futuro da galáxia. Mas será que confiarão um no outro? Ou acabarão se destruindo?
Crave a marca é um retrato deslumbrante de Veronica Roth sobre o poder da amizade – e do amor – numa galáxia repleta de dons surpreendentes. 

Comecei a ler as novas distopias por conta de minhas duas irmãs mais novas. A caçula me apresentou Jogos Vorazes (Resenha) enquanto a do meio preferia Divergente (Resenha). Não é o meu gênero favorito porque acho a fórmula muitas vezes repetidas, mas alguns títulos são realmente muito bons e entram na minha lista de favoritos.

Enfim, logo que vi o nome Veronica Roth entre os lançamentos da editora Rocco, fiquei interessada. A curiosidade só aumentou quando falaram que ela estaria lançando uma ficção científica! Obviamente, foi o primeiro título que pedi esse ano.

Mapa do sistema solar criado por Roth

Crave a Marca se passa em uma galáxia diferente da nossa. São nove planetas (Thuvhe, Othyr, Trella, Kollande, Tepes, Ogra, Essander, Zold e Pitha) girando ao redor de um Sol e protegidos pela Barreira do Fluxo-da-Corrente. Fora dessa barreira há alguns pequenos planetas, mas que não têm - ainda - a mesma importância por estarem na borda, fora dessa proteção “mágica”.

O Fluxo-da-Corrente envolve tudo, as pessoas e os planetas. É a energia que traz vida. E as pessoas conseguem utilizar o Fluxo-da-Corrente em forma de dons diferenciados. Há quem cicatriza os machucados instantaneamente, quem tem o poder de acalmar as pessoas, e até quem pode ver o futuro, ou melhor, todas as possibilidades de futuro. Nesse universo, há também os chamados afortunados. Esses são aqueles que em todos os diferentes futuros que os videntes enxergam, têm o mesmo “destino”.

Frozen - Mundo de Gelo, Coração de Fogo #01

Autores: Melissa de La Cruz e Michael Johnston
Título original: Frozen
Tradução: Ludimila Hashimoto
Série: Heart of Dread
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 308
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| Livro cedido em parceria com o Grupo Editorial Record |

Sinopse: A autora best-seller do New York Times Melissa de la Cruz e Michael Johnston apresentam o primeiro volume da série Mundo de Gelo, Coração de Fogo. Bem-vindo a Nova Vegas, uma cidade antes repleta de brilho, agora coberta de gelo. Com grande parte do planeta agora destruído, o lugar só conhece uma temperatura: a congelante. Lá encontramos Natasha Kestal, uma jovem crupiê à procura de uma saída. Como muitos, ela ouviu falar de um lugar mítico simplesmente chamado de Azul, um paraíso onde o sol ainda brilha e as águas são azul turquesa — e um lugar onde Nat e seus semelhantes não serão perseguidos, mesmo que seu segredo mais obscuro venha à tona. Mas o caminho para o Azul é traiçoeiro, senão impossível de atravessar, e sua única chance é apostar em um grupo de mercenários liderados pelo arrogante Ryan Wesson para conduzi-la a seu destino. Ciladas e perigos os aguardam em cada esquina, à medida que Nat e Wes se veem inexoravelmente atraídos um pelo outro. Mas seria possível o amor verdadeiro sobreviver a mentiras? Corações em chamas colidem nesta trama sobre a maldade do homem e o incrível poder que existe dentro de cada um de nós.

Senti saudade das distopias. Claro, depois de todo o boom que tivemos, com Jogos Vorazes, Divergente, Doador de Memórias, Maze Runner e mais todas as outras que brotaram naquela época. Depois dessa overdose, e de um tempo sem ler nada do gênero, eu descobri que ainda existe espaço pra criatividade, e muito. 

Frozen: Mundo de Gelo, Coração de Fogo foi uma surpresa pra mim justamente por ter sido diferente de tudo o que eu já li — inclusive no gênero. Em um mundo destruído por desastres naturais e completamente poluído, controlado por militares e com um povo submisso à ditadura restrita instaurada, a situação é crítica para a população sobrevivente: dinheiro não é mais uma coisa comum, e as pessoas farão o que puderem para conseguir o mínimo de sustento.

O foco é Nova Vegas, a capital dos cassinos, agora parcialmente em ruínas e centro de apostas para quem puder e quiser se arriscar. Nat, uma crupiê, é a personagem principal, e é a sua trajetória que acompanharemos nessa nova série. 

Mas os Estados Unidos não eram o que haviam sido um dia — não era à toa que todos os chamavam de “Estados Restantes da América”. ERA: um punhado de estados sobreviventes, afora a máquina militar que não parava de derrotar novos terrenos, o país não tinha mais nada e estava com o corpo e a alma penhoradas para seus devedores.
P. 25

A Última Estrela - A 5° Onda #03

Autor: Rick Yancey
Título Original: The Last Star
Tradução: Edite Siegert Sciulli
Série: A 5° Onda
Editora: Fundamento
Páginas: 264
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Sinopse: O inimigo são os Outros. O inimigo somos nós mesmos. Eles vieram até nós porque querem a Terra. Vieram para acabar conosco. Vieram para nos salvar. Eles não inventaram a morte, mas a aperfeiçoaram. Deram um rosto a ela, porque sabiam que era a única maneira de nos exterminar. Por quê? Quem são eles realmente? O que querem de verdade?Atrás de tantas perguntas e enigmas, há uma verdade: Cassie foi traída. Zumbi, Especialista, Nugget também. E todos os 7,5 bilhões de habitantes da Terra. Traídos pelos Outros, traídos por si mesmos. E tudo terminará onde começou no campo de batalha que é o coração humano. Nos últimos dias da Terra, os sobreviventes precisarão decidir o que é mais importante: salvar a si mesmos ou salvar o que nos torna humanos.
Do fenômeno mundial Rick Yancey, A Última Estrela invoca triunfo, perda e ações implacáveis nesta trama sensacional que narra como o destino da humanidade é decidido.

Já faz um tempo que li A Quinta Onda (Resenha), e também conferi o lançamento de O Mar Infinito (Resenha) alguns meses depois. Como disse nas resenhas anteriores, eu adoro esta saga e também admiro o autor, Rick Yancey. Estava muito ansiosa pelo desfecho e também por saber como ele amarraria todas as pontas e que fim daria aos meus queridos personagens. O filme, que foi lançado este ano, não chega aos pés da obra literária, e acreditava, antes de pegar o último volume, que Cassie, Zumbi, Sam e os outros mereciam um final fantástico e cinematográfico. Bem, nem tudo pode ter o glamour que queremos e imaginamos. Mas isso não quer dizer que não seja bom, justo ou ideal, de alguma forma.

Vamos a resenha! E pode ficar tranquilo, como todas aqui no blog, ela é SPOILER FREE (sem spoilers)! :)

Espada de Vidro - Red Queen #02

Autora: Victoria Aveyard
Título original: Glass Sword
Tradução: Cristian Clemente
Série: Red Queen
Editora: Seguinte
Páginas: 494
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| Livro cedido em parceria com a Companhia das Letras |
Sinopse: O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar.
Quando finalmente consegue escapar do palácio, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.
  
Preciso dizer que eu tinha expectativas muito altas para esse livro, como você podem perceber pela minha resenha de A Rainha Vermelha. No entanto, não encontrei exatamente o que esperava. Comecei esse livro e já fiquei meio chateada com a Mare. Ela era uma personagem muito interessante no primeiro volume. Nesse segundo, porém, parece que o mundo gira em torno dela. Em torno de sua revolução, de seu poder, e de seu coração partido. Fiz uma análise profunda do porquê eu me sentir assim e percebi que pode ser por eu já ter uma personagem egocêntrica em meu coração, Celaena Sardothien (por favor, reparem nos nomes, ok!) My queen can do no wrong.


"Sou a arma mais poderosa numa embarcação cheia de guerreiros, e eles parecem não perceber." Mare, p. 52

Uma Chama Entre As Cinzas #01

Autora: Sabaa Tahir
Título Original: An Ember In The Ashes
Tradução: Jorge Ritter
Série: Uma Chama Entre As Cinzas
Editora: Verus (Grupo Editorial Record)
Páginas: 432
Onde Encontrar: AmazonBr | Livraria Cultura | Livraria Saraiva

Sinopse: Laia é uma escrava. Elias é um soldado. Nenhum dos dois é livre. No Império Marcial, a resposta para o desacato é a morte. Aqueles que não dão o próprio sangue pelo imperador arriscam perder as pessoas que amam e tudo que lhes é mais caro. É neste mundo brutal que Laia vive com os avós e o irmão mais velho. Eles não desafiam o Império, pois já viram o que acontece com quem se atreve a isso. Mas, quando o irmão de Laia é preso acusado de traição, ela é forçada a tomar uma atitude. Em troca da ajuda de rebeldes que prometem resgatar seu irmão, ela vai arriscar a própria vida para agir como espiã dentro da academia militar do Império. Ali, Laia conhece Elias, o melhor soldado da academia — e, secretamente, o mais relutante. O que Elias mais quer é se libertar da tirania que vem sendo treinado para aplicar. Logo ele e Laia percebem que a vida de ambos está interligada — e que suas escolhas podem mudar para sempre o destino do próprio Império.
Uma Chama Entre As Cinzas já conquistou o público mundo afora, marcando presença na lista do New York Times e agora marcando presença em meu coração de leitora, pois se tornou um de meus livros favoritos! O romance de estreia da autora Sabaa Tahir narra uma história fantástica em um mundo distópico, dominado pelo império e seu exército impiedoso, chamados de os Máscaras.

O imperador e sua sociedade, os Marciais, rica e composta por famílias tradicionais, dominam os outros povos e classes. Em meio a uma paisagem desértica e com um pano de fundo cheio de lendas, mitos e magia, as tribos livres e o povo erudito tentam, arduamente, lutar contra essa hegemonia do imperador. Ir contra essa dominação tão poderosa não será nada fácil, mas a esperança é posta nos ombros de personagens icônicos e corajosos, e a narrativa é do ponto de vista de dois deles.

Estilhaça-me #01

Autora: Tahereh Mafi
Título Original: Shatter Me
Tradução: Robson Falchetti Peixoto
Editora: Novo Conceito

Páginas: 304
Onde Encontrar:
Submarino | Livraria Saraiva | Livraria da Folha | Extra
Sinopse: Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.

Há anos os livros dessa trilogia, da autora Tahereh Mafi, estão na minha estante, aguardando o seu momento. Decidi não esperar mais e este ano coloquei como meta ler os livros que estão há muito tempo em minha lista e em minha estante e riscá-los um a um até ter devorado todos. Estilhaça-me, com suas páginas já amareladas da primeira edição, foi o primeiro da leva. É um livro que vale a leitura, definitivamente!

Juliette está em um manicômio há exatos 264 dias. Sua aparência moribunda e seus pensamentos insanos dão a entender que ela é mais uma louca jogada em sua cela. Mas as coisas que aparentam, nem sempre o são. Juliette não pode tocar as pessoas, não pode tocar ninguém. O que ela causa com seu toque, é letal. Mas há muitos mistérios envolvendo a jovem, considerada insana e condenada a passar seus dias em uma cela suja e fria. Até que, após quase um ano sem pronunciar uma palavra, sem tocar outro ser vivo, os superiores que ela desconhece resolvem colocar uma surpresinha em sua cela. Adam. Um rapaz, um homem.

#Parceria: Editora Arwen



Oi, pessoal! Estou muito feliz em poder trazer para vocês mais uma parceria que o LOHS conseguiu! À partir de 15 de dezembro faremos parte da história de sucesso que a Editora Arwen está construindo para si. Agradecemos a oportunidade e a confiança no LOHS e esperamos realizar um excelente trabalho como blogueiras parceiras. Agradecemos, também, aos leitores do blog e aos blogs amigos, sem vocês não teríamos essa oportunidade! Que tal descobrirmos mais um pouquinho à respeito da editora e de seus livros?



Sob o Céu do Nunca - Trilogia Never Sky #01

Autora: Veronica Rossi
Título original: Under The Never Sky
Série: Never Sky
Tradução: Alice Klesck
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 335

Sinopse: Banida de seu lar, a cidade encapsulada de Quimera, Ária sabe que suas chances de sobrevivência no mundo além das paredes dos núcleos são ínfimas. Se os canibais não a matarem, as violentas tempestades de éter certamente o farão. Até o ar que ela respira pode ser letal. Quando Ária se depara com Perry, o Forasteiro responsável por seu exílio, todos os seus medos são confirmados: ele é um bárbaro violento. É também sua única chance de continuar viva. Perry é um exímio caçador em um território impiedoso e vê Ária como uma menina mimada e frágil - tudo o que se poderia esperar de uma Ocupante. No entanto, ele também precisa da ajuda dela, afinal, somente Ária tem a chave de sua redenção. Opostos, em praticamente tudo, Ária e Perry precisam tolerar a existência um do outro para alcançar seus objetivos. A aliança pouco provável entre os dois acabará por forjar uma ligação que selará o destino de todos os que vivem sob o céu do nunca. 

Olá leitores! Posso começar dizendo "O QUE É ESSE LIVRO?!", eu não sou uma grande fã de distopias, li as séries Divergente, Jogos Vorazes, Maze Runner e Silo, mas ainda não finalizei nenhuma delas (haha). Acho interessante a proposta de livros de distopia, mas para mim eles acabam caindo na mesmice e o final é meio que previsível. Não que isso faça do livro ruim, existem cenas de ação e suspense que eu adoro nesses livros do gênero (fora as mortes que quebram meu coração). Mas acho que o fato de eu não estar esperando muito de Sob o Céu do Nunca fez com que ele se tornasse uma leitura maravilhosa.

Fragmentados #01

Autor: Neal Shusterman
Título Original: Unwind
Tradução: Camila Fernandes
Série: Fragmentados
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320
Onde Comprar:
AmazonBr | Submarino | Saraiva

Em uma sociedade em que os jovens rejeitados são destinados a terem seus corpos reduzidos a pedaços, três fugitivos lutam contra o sistema que os fragmentaria. Unidos pelo acaso e pelo desespero, esses improváveis companheiros fazem uma alucinante viagem pelo país, conscientes de que suas vidas estão em jogo. Se conseguirem sobreviver até completarem 18 anos, estarão salvos. No entanto, quando cada parte de seus corpos - desde as mãos até o coração - é caçada por um mundo ensandecido, 18 anos parece muito, muito longe.
O vencedor do Boston GLobeHorn Book Award, Neal Shusterman desafia as ideias dos leitores sobre a vida: não apenas sobre onde ela começa e termina, mas sobre o que realmente significa estar vivo. 

Em um tempo não tão distante do nosso, o mundo mudou. Houve uma grande guerra, e para encontrar a paz, uma lei anti aborto surgiu na sociedade. A Lei da Vida, onde não mais seria permitido abortar um bebê até que este complete seus 13 anos. Então ele, ou ela, poderia encontrar ou não, sua morte.

O Mar Infinito - A 5° Onda #02

Autor: Rick Yancey
Título Original: The Infinite Sea
Tradução: Edite Siegert Sciulli
Série: A 5° Onda
Editora: Fundamento
Páginas: 248


Olá leitores e leitoras, com a resenha de O Mar Infinito, retorno ao blog depois de uma fase boa e ruim ao mesmo tempo. Passado a tempestade, volto aos poucos a rotina, ao blog, a visitar os blogs amigos que senti muita falta e tudo o mais. Agradeço imensamente a amiga e colaboradora Carolina Garcia, por ficar em meu lugar e escrever resenhas tão boas e apaixonantes. Que ela possa continuar escrevendo para o blog e tornando esse nosso cantinho cada dia mais completo e especial para vocês leitores. Obrigada Carol, Iza e Mandi pela rede de apoio. E a vocês leitores por sempre estarem presentes por aqui e em nossas redes sociais. Agora, vamos a resenha!

Para quem não leu, tentarei ao máximo não revelar nenhum spoiler.

O Mar Infinito é o segundo livro da série de A Quinta Onda, já resenhado por mim aqui no blog. Eu amei infinitamente o primeiro livro e estava com uma expectativa muito alta para o segundo. Recapitulando um pouquinho da história: O mundo como conhecemos não existe mais. Após a Terra ser o alvo de ataque por uma raça misteriosa de alienígenas, apelidados de os Outros, existem poucos humanos sobreviventes. Bilhões de pessoas foram exterminadas através destas "Ondas" e a jovem protagonista Cassie Sullivan tenta sobreviver, resgatar e manter a salvo seu irmão caçula, seu bem mais precioso. O livro é narrado por dois personagens, Cassie e Zumbi (Ben), dois jovens que mal se conheciam antes da invasão, mas que verão seus destinos entrelaçados. 
Durante a trajetória de Cassie, ela cruza o caminho de um jovem, Evan, que diz ser um dos Outros, e também o de uma organização destes alienígenas, onde eles utilizavam as poucas crianças sobreviventes dos ataques em prol de seu plano maléfico contra os remanescentes deste planeta, e onde Zumbi e seu irmãozinho Sam, se encontravam. Sem mais detalhes, o segundo livro continua exatamente de onde parou.

A Herdeira - The Selection #04

Autora: Kiera Cass
Título original: The Heir
Tradução: Cristian Clemente
Série: A Seleção
Editora: Seguinte
Páginas: 392
Onde encontrar: AmazonBr | Cultura | Saraiva | Submarino

A trilogia (agora transformada em série com cinco livros) A Seleção conquistou uma orla de fãs no Brasil - e no mundo! - com seu romance no gênero da distopia. Mas para quem espera uma distopia cheia de rebeliões e pessoas insurgindo e lutando por sua liberdade, pode deixar esse livro de lado e procurar outro. A Herdeira, assim como as três edições iniciais, é focada no romance e nos triângulos amorosos.

Meu contato inicial com o primeiro livro foi por acaso em uma das inúmeras visitas às livrarias, em um daqueles momentos que você não quer ler nada da sua prateleira (mesmo que tenha alguns exemplares não lidos ainda) e achei interessante a sinopse, assim comprei e comecei a acompanhar a trajetória de America.

Não posso dizer por todos e todas as leitoras, mas eu fiquei decepcionada com o suposto fim da série. Entrei em uma vibe Hazel Grace e enviei uma mensagem para a Kiera Cass pedindo por respostas para todas as questões deixadas sem respostas com o último livro. Assim como Hazel, não tive nenhum retorno da autora. E como não tenho a oportunidade de bater na porta da casa da Kiera e perguntar o que queria saber, tentei me conformar.

Mas eis que surge a continuação da história! Fiquei esperançosa novamente, mas bem receosa ao mesmo tempo. Acontece que sou geminiana e a curiosidade falou mais alto. No fim, comprei o livro (por uma bagatela no AmazonBR, diga-se de passagem) e não tive todas as respostas que queria, mas descobri algumas coisas, pelo menos! Caso você esteja perdido no meu monólogo e nunca na sua vida ouviu falar nessa série, por favor cheque as resenhas da Iza de A Seleção, A Elite e A Escolha.
Sinopse: O que vem depois do “felizes para sempre”? Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, a filha mais velha do casal. Criada para ser uma líder forte e independente, ela nunca quis viver um conto de fadas como o de seus pais. Por isso, antes de conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, a jovem está totalmente descrente. Mas, assim que a competição começa, a situação muda de figura, e Eadlyn percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto imaginava.

Desafio - Trilogia Desafio #01

Autora: C. J. Redwine
Título original: Defiance
Tradução: Ivar Panazzolo Júnior
Série: Trilogia Desafio
Editora: Novo Conceito
Páginas: 368
Onde encontrar: AmazonBr | Cultura | Saraiva | Submarino

A editora Novo Conceito lançou esse livro ano passado (2014) e fiquei louca para lê-lo só pela sua capa belíssima. Quando li a sinopse, a vontade aumentou ainda mais. Assim que tive a oportunidade, comprei. E não me arrependo de maneira alguma.

Sinopse: No interior das muralhas de Baalboden, à sombra do brutal Comandante da cidade, Rachel Adams guarda um segredo. Enquanto as outras garotas fazem vestidos e obedecem a seus Protetores, Rachel é capaz de sobreviver nas florestas e de manejar uma espada com destreza. Quando seu pai, Jared, é declarado morto em uma missão, o Comandante designa para Rachel um novo Protetor: Logan, o aprendiz de seu pai, o mesmo rapaz a quem Rachel declarou o seu amor há dois anos, e o mesmo que a rejeitou.
Com nada além da forte convicção de que seu pai está vivo, Rachel decide fugir e encontrá-lo por conta própria. Mas uma traição contra o Comandante tem um preço alto, e o destino que a aguarda nas Terras Ermas pode destruí-la.

Devo ser bem sincera e confessar que não consigo dizer se o livro é uma distopia ou uma fantasia, ou talvez seja uma mistura de ambos os gêneros, o que importa é que fãs de ambos irão gostar da história. 

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