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O Livro de Memórias

Autora: Lara Avery
Título Original: The Memory Book
Tradução: Flávia Souto Maior
Editora: Seguinte
Páginas: 392
Onde Encontrar: AmazonBr | Livraria Cultura | Submarino

| Livro cedido em parceria pela Grupo Companhia das Letras |

Sinopse: Sammie sempre teve um plano: se formar no ensino médio como a melhor aluna da classe e sair da cidade pequena onde mora o mais rápido possível. E nada vai ficar em seu caminho — nem mesmo uma rara doença genética que aos poucos vai apagar sua memória e acabar com sua saúde física. Ela só precisa de um novo plano. É assim que Sammie começa a escrever o livro de memórias: anotações para ela mesma poder ler no futuro e jamais esquecer. Ali, a garota registra cada detalhe de seu primeiro encontro perfeito com Stuart, um jovem escritor por quem sempre foi apaixonada, e admite o quanto sente falta de Cooper, seu melhor amigo de infância de quem acabou se afastando. Porém, mesmo com esse registro diário, manter suas lembranças e conquistar seus sonhos pode ser mais difícil do que ela esperava.

Olá leitores e leitoras. Recebemos "O Livro de Memórias" da Companhia das Letras, e a capa, tão linda, logo nos chamou a atenção. Quando escolhi ler o livro, mergulhei de cabeça na leitura e mesmo sendo mais uma história do gênero sick lit, a história escrita pela Lara Avery me surpreendeu.

Nossa protagonista é Samantha McCoy, ou Sammie, e a narrativa em primeira pessoa nos leva diretamente ao mundo através de seus olhos. Olhos de uma garota extremamente inteligente, que apesar de não ser popular, se destaca por seus dons. Um deles, inclusive, é ter uma memória exemplar e saber usá-la com sabedoria. Sammie está pronta para se formar no ensino médio, o tão temido, e a corajosa menina não vê a hora de seguir os planos que traçou para sua vida. Até que uma enorme barreira surge em seu caminho.


O Garoto do Cachecol Vermelho

Autora: Ana Beatriz Brandão
Editora: Verus Editora
Páginas: 294
Onde Encontrar: AmazonBr | Livraria Cultura | Livraria Saraiva

Sinopse: Melissa é uma garota linda, rica e mimada, que sempre consegue o que quer e tem todos na palma da mão. Ela acredita que a carreira de bailarina é a única coisa que realmente importa, porém suas certezas são abaladas quando faz uma aposta com um garoto misterioso, que parece ter como objetivo virar sua vida de cabeça para baixo. De repente, Melissa se vê dividida entre dois caminhos: realizar seu maior sonho, pelo qual batalhou a vida inteira, ou viver um grande amor. Mas, não importa aonde ela vá, todas as direções apontam para o garoto do cachecol vermelho... Com esta história intensa e apaixonante, Ana Beatriz Brandão vai emocionar e surpreender o leitor, provando que é uma jovem autora que tem muito a dizer.

Não foi na Bienal do Livro que conheci O Garoto do Cachecol Vermelho. Eu já conhecia, mesmo que de longe, sua autora, a jovem Ana Beatriz Brandão. Me lembro do período em que ela escrevia o livro, de sua dedicação, de sua alegria com a publicação pelo selo Verus, a divulgação da linda capa e por fim o lançamento. Estive acompanhando tudo atenciosamente, porque já sentia que eu precisava pegar este livro. E quando isso acontece não consigo deixar passar, preciso de fato do livro, seja ele romance, drama, mesmo que seja algo completamente diferente da minha zona de conforto: a fantasia e outros gêneros mais pesados. Saí da Bienal com o meu exemplar, ansiosa e cheia de expectativa. Nem alta demais, muito menos baixa, mas apenas desejando conhecer a história da Melissa e do Daniel. E finalmente conheci.

Tudo e Todas as Coisas

Autora: Nicola Yoon
Título original: Everything, Everything
Tradução: Amanda Orlando 
Ilustração: David Yoon
Editora: Novo Conceito
Páginas: 304
Onde encontrar: Submarino | AmazonBr | Livraria Cultura 

| Livro cedido em parceria com a Novo Conceito |
Sinopse: Minha doença é tão rara quanto famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Qualquer coisa pode desencadear uma série de alergias. Não saio de casa nunca sai em toda minha vida. As únicas pessoas com quem convivo são minha mãe e minha enfermeira, Carla.
Eu estava acostuma com minha vida até o dia que ele chegou. Pela janela olho para o caminhão de mudança, e então o vejo. Ele é alto, magro e está vestindo preto da cabeça aos pés. Seus olhos são de um azul como o oceano.
Ele me pega observando-o e me encara. Encaro-o também. Descubro depois que seu nome é Olly.
Talvez eu não possa prever o futuro, mas posso prever algumas coisas. Por exemplo, estou certa de que vou me apaixonar por Olly. E é quase certo que será um desastre.

Li esse livro em dois dias. Meu pai foi o responsável por me dar aquele empurrão inicial necessário, sabem? Ele me deixou duas horas esperando pela carona no shopping. E eu não tinha mais nada a fazer senão ler. E fico feliz por esse livro ter estado comigo. Foram horas muito boas! Cheguei na metade, por isso, no dia seguinte, com várias coisas da faculdade para fazer, o que eu fiz? Terminei de ler o livro. Caso contrário, a voz na minha cabeça não deixaria eu me concentrar devidamente em outras tarefas. Fora que essa capa maravilhosa ficava me chamando todas as vezes que eu olhava para ela, então eu não tinha como resistir. Portanto, a leitura está super recomendada!

Medeline Whitier possuiu uma doença extremamente rara: ela é alérgica ao mundo. Isso significa que seus 18 anos foram passados dentro de casa, somente convivendo com sua mãe e sua enfermeira, Carla. Seu pai e seu irmão morreram em um acidente de carro quando ela tinha apenas alguns meses; desde então, sua mãe - uma médica - dedica toda sua atenção aos cuidados que a filha necessita.

Medeline tem uma rotina bem estabelecida, caso contrário, ficaria louca. Ela estuda à distância, lê mais livros que todos nós juntos e tem um blog no qual posta resenhas com spoilers. Ela está acostumada. Porém, essa rotina começa a ruir quando um caminhão de mudança chega na casa ao lado e ela vê, pela primeira vez, um garoto completamente vestido de preto que conseguia escalar a parede até o telhado: Olly.

"Pela primeira vez em muito tempo, desejo mais do que aquilo que tenho." Medeline, p. 83

A Mais Pura Verdade

Autor: Dan Gemeinhart
Título Original: The Honest Truth
Tradução: Leonardo Castilhone
Editora: Novo Conceito
Páginas: 224


Olá leitores e leitoras! Não pretendia ler este livro agora. Li algumas críticas e opiniões da prova dele, até gostei da premissa, mas o comprei por um impulso na livraria próxima ao trabalho. Queria ler algo leve, novo e “fresco”. A edição da Editora Novo Conceito está linda, a cor da capa é chamativa, muitos detalhes e páginas confortáveis que tornaram a leitura leve e bem rápida. O devorei em um dia, entre o tempo livre do trabalho! Se valeu a pena? Vamos conferir a resenha!

Mark é um garoto de doze anos. Filho único de pais amorosos, tem uma melhor amiga, Jessie, e um cachorro fiel que o ama mais que tudo, Beau. Como todo mundo, ele tem seus sonhos, objetivos e medos. Podemos dizer que um destes sonhos é escalar uma enorme montanha chamada Monte Rainier. Este também era o sonho de seu falecido avô, o que tornava a experiência especial para ele. Infelizmente, existe um abismo enorme entre o garoto e a montanha. O câncer.

Dançando Sobre Cacos de Vidro

Autora: Ka Hancock
Título Original: Dancing On Broken Glass
Tradução: Regina Lyra
Editora: Arqueiro
Páginas: 336

Onde Comprar: Saraiva - Submarino - AmazonBr

Olá leitores e leitoras! Bom, para começar, eu li um drama! Fazia tempo que estava imersa em fantasia, distopias, ficção em geral. Mas veio a vontade de ler algo realista, dramático, sofrido. E acima de tudo, possível. Então escolhi este livro a esmo, vi uma menina lendo no Skoob, e li a sinopse. Logo adquiri e comecei a leitura, e que livro lindo, mas vamos a resenha né? Antes que eu chore aqui.

Dançando Sobre Cacos de Vidro conta a história de Lucy e Michael (Mickey). Mas quem dera o romance do casal ser algo comum, definitivamente não é. Lucy e suas irmãs Lily e Priscilla são órfãs. Seus pais morreram em momentos diferentes de suas vidas. Seu pai era um policial e foi morto por um tiro no trabalho quando Lucy era apenas uma garotinha e anos mais tarde sua mãe teve câncer de mama e não resistiu a doença. Mas juntas, elas construíram suas vidas e seus laços se tornaram cada vez mais fortes, vivendo em uma pequena cidadezinha próxima a Boston. Quando Lucy faz vinte e um anos, conhece Michael em sua festa de aniversário. O homem, extrovertido, engraçado e dono do estabelecimento onde a festa acontece, de início mexe com os sentimentos de Lucy. Não demora muito para que eles se envolvam, mas Mickey não é o que a jovem esperava.

A Culpa é das Estrelas

Autor: John Green
Título original: The Fault in Our Stars
Tradução: Renata Pettengill
Editora: Intrínseca
Páginas: 288
Sinopse: Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam.

Um livro que já teve tanto críticas negativas quanto positivas, leitores devotos que se emocionaram e leitores que acharam que é apenas uma modinha literária. Eu gosto de ter uma opinião bem definida sobre tudo o que falo, mas com esse livro, fiquei indecisa. É emocionante, com certeza, mas não é toda essa obra prima.

A Culpa é das Estrelas é um  sick-lit e  todo leitor sabe onde está se metendo assim que começa a ler, então as lágrimas são sua própria responsabilidade. Recomendo: Antes de Morrer, Um Amor para Recordar, A Culpa é das Estrelas, etc. 

No blog parceiro, vocês podem conferir o Sem Roteiro, onde o Lucas fala sobre o gênero e dá mais exemplos dos sick-lits que estão por aí fazendo sucesso!

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