Autora: Chimamanda Ngozi Adichie Título Original: We Should All Be Feminists Tradução: Cristina Baum Editora: Companhia das Letras Páginas: 64 Onde Encontrar: AmazonBr | Americanas | Cultura | Saraiva | Submarino | Travessa
Sinopse: Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente do dia em que a chamaram de feminista pela primeira vez. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. “Não era um elogio. ‘Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: Você apoia o terrorismo!’.” Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e – em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são “antiafricanas” e que odeiam homens e maquiagem – começou a se intitular uma “feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens”.
Neste ensaio preciso e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para mostrar que muito ainda precisa ser feito até que alcancemos a igualdade de gênero. Segundo ela, tal igualdade diz respeito a todos, homens e mulheres, pois será libertadora para todos: meninas poderão assumir sua identidade, ignorando a expectativa alheia, mas também os meninos poderão crescer livres, sem ter que se enquadrar em estereótipos de masculinidade.
Conheci Chimamanda Ngozi Adichie por conta de seu discurso sobre O Perigo de Uma Única História, onde explica como uma visão generalizada de um povo pode levar a desumanização de um ser humano.
Confira o vídeo sobre isso:
Depois disso, pesquisei um pouco e descobri que Chimamanda escreveu livros premiados e hoje consagrados mundialmente, como Hibisco Roxo, Meio Sol Amarelo e Americanah (que já tem os direitos cinematográficos vendidos à atriz Lupita Nyong'o) - todos publicados pela Cia das Letras no Brasil. E, além desses romances, encontrei também dois manifestos da escritora:Sejamos Todos Feministas e Para Educar Crianças Feministas.
Hoje eu vim falar sobre esse pequeno livrinho com apenas 63 páginas chamadoSejamos Todos Feministas. O manifesto surgiu depois de um discurso de Chimamanda no TED x Euston, que conta com mais de 1,5 milhão de visualizações.
Autor: Steven Erikson Título Original: Gardens of the Moon Tradução: Carol Chiovatto Série: O Livro Malazano dos Caídos Editora: Arqueiro Páginas: 608 Onde Encontrar:AmazonBR | Livraria Cultura | Livraria Saraiva
Sinopse: Desde pequeno, Ganoes Paran decidiu trocar os privilégios da nobreza malazana por uma vida a serviço do exército imperial. O que o jovem capitão não sabia, porém, era que seu destino acabaria entrelaçado aos desígnios dos deuses, e que ele seria praticamente arremessado ao centro de um dos maiores conflitos que o Império Malazano já tinha visto. Paran é enviado a Darujhistan, a última entre as Cidades Livres de Genabackis, onde deve assumir o comando dos Queimadores de Pontes, um lendário esquadrão de elite. O local ainda resiste à ocupação malazana e é a joia cobiçada pela imperatriz Laseen, que não está disposta a estancar o derramamento de sangue enquanto não conquistá-lo. Porém, em pouco tempo fica claro que essa não será uma campanha militar comum: na Cidade do Fogo Azul não está em jogo apenas o futuro do Império Malazano, mas estão envolvidos também deuses ancestrais, criaturas das sombras e uma magia de poder inimaginável. Em Jardins da lua, Steven Erikson nos apresenta um universo complexo de cenários estonteantes e ações vertiginosas que mostram por que esta é considerada uma das maiores sagas épicas.
Olá leitores e leitoras! Hoje trouxe pra vocês a resenha de uma fantasia marcante. Um dos melhores livros do gênero que já li, sem dúvidas, mas com toques peculiares que não tornam esse livro fácil de ser lido e digerido por qualquer leitor. Até para mim, foi bastante difícil finalizar a leitura, e demorei muito mais que o normal perdida em suas páginas e na história narrada pelo autor canadense Steven Erikson. De qualquer forma, será que a leitura complexa vale a pena? Vamos lá.
Autora: Gail Carriger Título original: Blameless Tradução: Flávia Carneiro Anderson Série: O Protetorado da Sombrinha Editora: Valentina Páginas: 304 Onde encontrar:AmazonBr | Americanas | Cultura | Saraiva | Submarino | Travessa
Sinopse: Alexia Tarabotti enfrenta uma série de atribulações sociais, quiproquós e saias justas (embora compridíssimas) em plena sociedade vitoriana.
Ao abandonar a residência do marido e se mudar de volta para o lar de sua terrível família, Lady Maccon se tornou o escândalo da temporada em Londres.
Além disso, a Rainha Vitória dispensa Alexia do Conselho Paralelo, e a única pessoa capaz de ajudar a esclarecer os fatos, Lorde Akeldama, inesperadamente deixa a cidade. Como se não bastasse, Alexia é atacada por joaninhas mecânicas assassinas, indicando – como apenas joaninhas são capazes de fazê-lo – o fato de que todos os vampiros londrinos estão muito interessados em vê-la rigorosamente morta.
Enquanto Lorde Maccon concentra seus esforços em ficar cada vez mais ébrio e o Professor Lyall se desdobra para que a Alcateia de Woolsey se mantenha coesa, Alexia deixa a Inglaterra em direção à Itália em busca dos misteriosos Templários. Somente eles têm o conhecimento sobre os seres preternaturais que Alexia precisa para entender sua crescente e inconveniente condição, mas eles podem ser piores que os vampiros – e estão armados com molho pesto.
Quem acompanha o blog com frequência já sabe que eu sou completamente apaixonada por essa série nada comum escrita por Gail Carriger e publicada pela editora Valentina no Brasil. O Protetorado da Sombrinha faz parte do gênero Steampunk, um subgênero da ficção científica que trata de obras ambientadas no passado, mas com uma tecnologia muito além da época. A saga é completa com cinco livros: Alma? (Resenha), Metamorfose? (Resenha), Inocência?, Coração? e Timeless (único volume ainda não publicado no país).
ATENÇÃO!! Essa resenha contém spoilers dos livros anteriores da série O Protetorado da Sombrinha, Alma? (Resenha) e Metamorfose? (Resenha)! Leia por sua conta e risco. ;)
Autora: Sarah Andersen Título original: Adulthood is a myth Tradução: André Czarnobai Editora: Seguinte Páginas: 112 Onde encontrar:AmazonBr | Submarino | Saraiva
Sinopse: As tirinhas certeiras de Sarah Andersen, que já contam com mais de 1 milhão de fãs no Facebook, registram lindos fins de semana passados de pernas pro ar na internet, a agonia de andar de mãos dadas com alguém de quem estamos a fim (e se os dedos ficarem suados?!), a longa espera diária para chegar em casa e vestir o pijama, e a eterna dúvida de quando, exatamente, a vida adulta começa.
Em outras palavras, este livro é sobre as estranhezas e peculiaridades de ser um jovem adulto na vida moderna. A sinceridade com que Sarah Andersen lida com temas como autoestima, timidez, relacionamentos e a frequência com que lavamos o sutiã torna impossível não se identificar com esses quadrinhos hilários e carismáticos.
Eu.Quero.Reclamar.
Um livro para quem não está nem um pouco empolgado com os desafios da vida adulta.
Eu não sei vocês, mas eu já ria bastante com algumas tirinhas que eu via circulando com o Facebook. Quando vi o livro circulando pelas livrarias - o que não é difícil, porque olha essa capa amarela maravilhosa - soube que ele precisava ser meu. Demorei um pouquinho, mas comprei-o finalmente. Quando ele chegou, mostrei na hora para minha mãe. As risadas que nós dividimos ficarão comigo por bastante tempo.
Sinopse: O polêmico detetive William Fawkes, conhecido como Wolf, acaba de voltar à ativa depois de meses em tratamento psicológico por conta de uma tentativa de agressão. Ansioso por um caso importante, ele acredita que está diante da grande chance de sua carreira quando Emily Baxter, sua amiga e ex-parceira de trabalho, pede a sua ajuda na investigação de um assassinato. O cadáver é composto por partes do corpo de seis pessoas, costuradas de forma a imitar um boneco de pano.
Enquanto Wolf tenta identificar as vítimas, sua ex-mulher, a repórter Andrea Hall, recebe de uma fonte anônima fotografias da cena do crime, além de uma lista com o nome de seis pessoas – e as datas em que o assassino pretende matar cada uma delas para montar o próximo boneco. O último nome na lista é o de Wolf.
Agora, para salvar a vida do amigo, Emily precisa lutar contra o tempo para descobrir o que conecta as vítimas antes que o criminoso ataque novamente. Ao mesmo tempo, a sentença de morte com data marcada desperta as memórias mais sombrias de Wolf, e o detetive teme que os assassinatos tenham mais a ver com ele – e com seu passado – do que qualquer um possa imaginar.
Com protagonistas imperfeitos, carismáticos e únicos, aliados a um ritmo veloz e uma deliciosa pitada de humor negro, Boneco de Pano é o que há de mais promissor na literatura policial contemporânea.
Meu time no Escape 60! Escapamos!! :D
Eu fiquei com vontade de ler Boneco de Pano durante a apresentação do título no Encontro com Livreiros da editora Arqueiro. Durante o lançamento da obra, tive o privilégio de participar de uma grande ação com o Escape 60 - criada especialmente por conta do livro -, que foi simplesmente incrível também.
Para quem não conhece o Escape 60, é um local onde você e alguns amigos ficam fechados em uma sala temática e tem que seguir todas as pistas para resolver o mistério da vez dentro de 60 minutos. Nunca tinha participado antes e foi uma experiência ótima!! Nós tivemos algumas dificuldades, mas conseguimos sair da sala faltando quatro minutos ainda! Enfim, arrasamos. :D
O thriller é o primeiro livro de Daniel Cole, que criou a história inicialmente para um piloto de TV que foi rejeitado inúmeras vezes. Decidido a descobrir o fim do episódio, Cole começou a escrever o livro que já é um grande sucesso internacional.
Confira Daniel Cole falando sobre o livro Boneco de Pano:
A narrativa tem início com o detetive de homicídios William Fawkes, apelidado de Wolf (Lobo, em inglês). Ele é acordado no meio da madrugada pelo chefe da Polícia Metropolitana de Londres, Simmons, para que vá urgentemente a um endereço ajudar em uma investigação. Com uma pequena surpresa, Wolf repara que o crime aconteceu no prédio em frente o seu - em uma área não muito respeitada da cidade.
Wolf está passando por um período de readaptação na polícia, pois se envolveu em muitos problemas no último caso que trabalhou - incluindo uma agressão quase fatal - que o obrigou a passar um bom tempo em um hospital psiquiátrico. Além disso, Wolf também está superando o divórcio turbulento com a jornalista Andrea Hall. Em resumo, sua vida não está nada fácil e ele ainda é obrigado a fazer terapia uma vez por semana para manter o emprego.
Quando chega à cena do crime, Wolf se depara com um grotesco monstrengo que tem seis partes de corpos diferentes costurados juntos para formar um novo corpo. Mas o pior de tudo é que uma das mãos apontava diretamente para a janela do apartamento do detetive.
Autor: Alan Dean Foster Titulo Original: Alien Tradução: Henrique Guerra Editora: Aleph Páginas: 328 Onde Encontrar:AmazonBR | Livraria Cultura | Livraria Saraiva
Sinopse: A tripulação da nave Nostromo é despertada antes do tempo de seu sono criogênico. Misteriosos sinais vindos dos confins do espaço são recebidos pelo computador de bordo, e a equipe é acionada para investigar um planeta desconhecido. Um tripulante é atacado por uma forma de vida estranha, e esse pode ser o início de uma história pior que os mais terríveis pesadelos da humanidade.
Vamos desenterrar um clássico? Vamos.
Desde criança conheço Alien. Os filmes de Ridley Scott, que estreou a franquia em 1979, conquistaram o público pela inovação e por trazer um universo de ficção científica mesclado ao horror e ao desconhecido. O primeiro filme foi um marco da ficção científica, gerou sequências, os filmes de Predador e em 2012, pelas mãos do mesmo diretor, uma prequel (uma história que antecede a original), intitulada Prometeus. Agora, dia 10 de Maio estreou o mais novo filme da franquia: Alien - The Covenant. Vou abordar um pouco do livro escrito no mesmo ano do filme por Alan Dean Foster e publicado pela Editora Aleph e posteriormente o novo filme, que acompanhei na estreia.
Sinopse: Deuses americanos é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução.
A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura. Os planos de Shadow se transformam em poeira quando ele descobre que Laura morreu em um acidente de carro. Sem lar, sem emprego e sem rumo, ele conhece Wednesday, um homem de olhar enigmático que está sempre com um sorriso no rosto, embora pareça nunca achar graça de nada.
Depois de apostas, brigas e um pouco de hidromel, Shadow aceita trabalhar para Wednesday e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos, um país tão estranho para Shadow quanto para Gaiman. É nesses encontros e desencontros que o protagonista se depara com os deuses - os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) -, que estão se preparando para uma guerra que ninguém viu, mas que já começou. O motivo? O poder de não ser esquecido.
Se tem um livro que eu queria ler há anos, esse seria Deuses Americanos, de Neil Gaiman. Antes da editora Intrínseca publicar a edição preferida do autor no ano passado, o livro tinha apenas uma edição praticamente esgotada (e muito cara) da editora Conrad. Então, assim que me foi possível, corri para adquirir essa nova versão. E devo dizer que o livro físico está simplesmente um arraso. Vale a pena ter em casa! ;)
Confira também outras obras do escritor: Stardust (Resenha), Coraline (Resenha), João e Maria (Resenha), O Oceano no Fim do Caminho (Resenha), Criaturas Estranhas (Resenha).
Ademais, é desnecessário dizer que todas as pessoas desta história, estejam elas vivas, mortas ou em outras condições, são fictícias ou usadas em um contexto fictício. Só os deuses são reais.
Autora: Brittainy C. Cherry Título original: The Fire Between High and Lo Tradução: Meire Dias Série: Elementos Editora: Record Páginas: 348 Onde encontrar:AmazonBr | Saraiva | Submarino
Sinopse: Logan Silverstone e Alyssa Walters não têm nada em comum. Ele passa os dias contando centavos para pagar o aluguel, sofrendo com a rejeição dos pais e tentando encontrar um rumo para sua vida caótica. Ela, por outro lado, parece ter um futuro brilhante pela frente. Um dia, porém, um simples gesto dá origem a uma improvável amizade.
Ao longo dos anos, o sentimento que os une se transforma em algo até então desconhecido para os dois. Alyssa e Logan não conseguem resistir à atração que sempre sentiram um pelo outro e finalmente descobrem o amor. Mas uma tragédia promete separá-los para sempre. Ou pelo menos é isso que eles pensam.
Seriam as reviravoltas do destino e as feridas do coração capazes de apagar para sempre a chama que há dentro deles?
Confesso que esperava mais desse livro. O Ar que Ele Respira foi muito mais intenso para mim do que A Chama dentro de Nós. Isso, no entanto, não impede que este não seja um bom livro. Só não foi, porém, uma leitura tão boa quanto O ar. Eu não tenho a notinha 3,5 (bom, mas não muito bom?). Então já deixo registrado que meus três livrinhos devem ser lidos como 3.5 livrinhos, ok? Vamos entender o porquê!
O romance possui três grandes momentos. O primeiro no qual Alyssa e Logan se conhecem. Ambos são adolescentes e – à primeira vista – extremos opostos: ela é boa aluna, toca música, tira notas boas e trabalha meio-período; ele é um caso perdido para as drogas, não possui emprego fixo e não gosta de ninguém. O segundo, cinco anos depois, no qual o enredo realmente se desenvolve, apesar de o romance ficar mais para segundo plano. E o terceiro, um epílogo que nos dá o desejado felizes para sempre.
Parte um
Sua alma estava em chamas, e ele queimava qualquer um que ousasse se aproximar. Ele se aproximou sem temer as cinzas em que estavam prestes a se transformar.
Izabela, 23, bookahoolic desde os 12 anos – época em que meu irmão não me respondeu se o Harry morria ou não no final e me mandou ler. Não parei desde então. Não vejo meu futuro senão junto aos livros e trabalharei muito para que esse sonho se realize. Esse blogue é um passo e espero poder mostrar a todos vocês, leitores, como o mundo real e o nosso real podem se misturar.
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Nascida e criada em uma família de leitoras (girl power!), comecei a ler livros mais sérios aos 11 anos, mais precisamente Harry Potter, logo em seguida descobrindo minha verdadeira paixão que é a literatura fantástica com o mestre J.R.R Tolkien, também meu autor favorito. Nerd (com orgulho) desde criancinha, hoje aos 25 anos não vivo sem: Livros! Música, filmes & séries, RPG, jogos em geral e passar um tempo com as amigas.
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Sou uma geminiana de múltiplos interesses na vida e na literatura. Minha família é nerd e não nego as raízes. Quando pequena fui apresentada ao universo da ficção com Star Wars pelo meu pai enquanto minha mãe me presenteava com livros infantis. Aos 14, conheci e me apaixonei por HQs e mangás (ainda mantemos uma relação séria até os dias atuais). Hoje sou uma mistura de meus pais, casando uma grande paixão por fantasia e ficção com romances de época e contemporâneos, dando uma passada no setor de quadrinhos pelo menos uma vez ao mês e parando de vez em quando para assistir uma série, um filme ou um anime.