Sinopse: Bestseller do The New York Times e premiado com as medalhas Newbery (EUA) e Carnegie (Reino Unido), o romance O livro do cemitério, do cultuado escritor Neil Gaiman, ganha versão em quadrinhos adaptada por P. Craig Russell, parceiro de Gaiman em diversos livros, incluindo a versão em HQ de outro clássico do autor, Coraline.
O livro é o primeiro de dois volumes que acompanham a trajetória de Ninguém Owens, ou Nin, um garoto como outro qualquer, exceto pelo fato de morar em um cemitério e ser criado por fantasmas. Cada capítulo nesta adaptação de Russell acompanha dois anos da vida do menino e é ilustrado por um artista diferente, apresentando uma variedade fascinante de estilos que dão ainda mais vida à atmosfera ao mesmo tempo afetuosa e sombria da história.
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O Livro do Cemitério em HQ #01
Autor: Neil Gaiman
Adaptação de: P. Craig Russell
Ilustrações de: Kevin Nowlan, P. Craig Russell, Tony Harris, Scott Hampton, Galen Showman, Jill Thompson e Stephen B. Scott
Título original: The Graveyard Book
Tradução: Ryta Vinagre
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 192
| Edição cedida em parceria com o Grupo Editorial Rocco |
Eu gosto muito do Neil Gaiman, mas O Livro do Cemitério é um dos títulos que ainda não tive a chance de ler. Infelizmente, ninguém está querendo trocar esse livro no Skoob (Rsrsrs) - estou a procura!
A obra original, publicada em 2008, foi inspirada O Livro da Selva (1894) que ficou muito conhecido por conta das adaptações de Mogli - O Menino Lobo. Mas Neil Gaiman sendo Neil Gaiman coloca como pano de fundo um cemitério. O Livro do Cemitério se tornou um bestseller e foi premiado com as medalhas Newbery (EUA) e Carnegie (Reino Unido).
Agora, a Rocco publica para nossa alegria a adaptação em quadrinhos da história por P. Craig Russell, amigo e parceiro do autor em outros livros - incluindo a versão em HQ de Coraline. A obra será dividida em dois volumes e conta com ilustrações de Kevin Nowlan, P. Craig Russell, Tony Harris, Scott Hampton, Galen Showman, Jill Thompson e Stephen B. Scott.
O primeiro volume da adaptação em HQ começa de forma sombria. Um homem chamado Jack, que se considera um profissional, assassina uma família quase completa. Mas, quando ele vai terminar o serviço e matar o bebê, ele se vê com um grande problema porque o garotinho desapareceu!
O menino, por algum motivo desconhecido, pulou do berço e foi engatinhando até o cemitério que ficava no alto da colina. Alguns dos fantasmas do local, logo se afeiçoaram ao garotinho e - ao perceberem o perigo que ele corria - decidiram protegê-lo. Assim, ele se torna Ninguém Owens, apelidado de Nin, um garoto criado por fantasmas e outros seres sobrenaturais que os vivos não fazem ideia de sua existência.
Deuses Americanos - Edição Preferida do Autor
Autor: Neil Gaiman
Título Original: American Gods
Tradução: Leonardo Alves
Editora: Intrínseca
Páginas: 576
Onde Encontrar: AmazonBr | Americanas | Cultura | Saraiva | Submarino | Travessa
Título Original: American Gods
Tradução: Leonardo Alves
Editora: Intrínseca
Páginas: 576
Onde Encontrar: AmazonBr | Americanas | Cultura | Saraiva | Submarino | Travessa
Sinopse: Deuses americanos é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução.
A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura. Os planos de Shadow se transformam em poeira quando ele descobre que Laura morreu em um acidente de carro. Sem lar, sem emprego e sem rumo, ele conhece Wednesday, um homem de olhar enigmático que está sempre com um sorriso no rosto, embora pareça nunca achar graça de nada.
Depois de apostas, brigas e um pouco de hidromel, Shadow aceita trabalhar para Wednesday e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos, um país tão estranho para Shadow quanto para Gaiman. É nesses encontros e desencontros que o protagonista se depara com os deuses - os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) -, que estão se preparando para uma guerra que ninguém viu, mas que já começou. O motivo? O poder de não ser esquecido.
Se tem um livro que eu queria ler há anos, esse seria Deuses Americanos, de Neil Gaiman. Antes da editora Intrínseca publicar a edição preferida do autor no ano passado, o livro tinha apenas uma edição praticamente esgotada (e muito cara) da editora Conrad. Então, assim que me foi possível, corri para adquirir essa nova versão. E devo dizer que o livro físico está simplesmente um arraso. Vale a pena ter em casa! ;)
Confira também outras obras do escritor: Stardust (Resenha), Coraline (Resenha), João e Maria (Resenha), O Oceano no Fim do Caminho (Resenha), Criaturas Estranhas (Resenha).
Ademais, é desnecessário dizer que todas as pessoas desta história, estejam elas vivas, mortas ou em outras condições, são fictícias ou usadas em um contexto fictício. Só os deuses são reais.
Alerta aos viajantes, p. 12
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| Acredite. Deuses Americanos |
#II Mês do Halloween: Criaturas Estranhas
Autores: Neil Gaiman e vários
Título original: Unnatural Creatures
Tradução: Antônio Xerxenesky e Bruno Mattos
Editora: Rocco
Páginas: 400
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Título original: Unnatural Creatures
Tradução: Antônio Xerxenesky e Bruno Mattos
Editora: Rocco
Páginas: 400
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| Livro cedido em parceria com a Editora Rocco |
Sinopse: Um grifo. Um lobisomen. Um pássaro do sol… Essas são apenas algumas das criaturas fantásticas que habitam estas páginas. Desde o cacatucano, cuja risada reorganiza um reino inteiro, até a Fera sem forma que vaga a esmo pela floresta, aqui você encontra uma coleção de espécies raras e magníficas. Cada uma delas vai emocioná-lo, encantá-lo e, possivelmente assustá-lo.
Selecionadas pelo autor bestseller Neil Gaiman, as dezesseis histórias desta coletânea vão guiar o leitor por um inusitado zoológico repleto de criaturas estranhas e maravilhosas que não podem ser encontradas em lugar algum, a não ser em sua própria imaginação.
Minha seleção de leituras para esse especial de #Halloween foi a mais alterada durante todo o mês! Inicialmente, Criaturas Estranhas não estava na lista, mas assim que vi que era de Neil Gaiman e que trazia contos com criaturas assustadoras, não tive dúvidas! E, com certeza, foi uma das melhores leituras.
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| Neil Gaiman |
Sou fã de Neil Gaiman (Stardust, Coraline, João e Maria, O Oceano no Fim do Caminho) há algum tempo já. Ele é conhecido por suas histórias fantásticas, assustadoras e um tanto quanto estranhas, mas que esbanjam seu poder criativo.
Devo confessar, porém, que Criaturas Estranhas não é nada assustador. O livro carrega contos com um tom sombrio e criaturas de fato estranhas, mas, de uma forma geral, o título é muito tranquilo.
São 16 histórias, algumas escritas há mais de cem anos e outras inéditas, selecionadas por Neil Gaiman (sendo um conto dele próprio). Cada texto traz uma temática e um grau de assombro diferenciado, mas sempre com uma pitada de ironia e criaturas muito incomuns.
Abaixo eu comento um pouco mais sobre alguns dos contos presentes no livro que mais gostei - e que assustei também!
#II Mês do Halloween: Coraline
Autor: Neil Gaiman
Título original: Coraline
Tradução: Regina de Barros Carvalho
Editora: Rocco
Páginas: 159
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Sinopse: Coraline (e NÃO "Caroline", como ela mesmo diz inflexivelmente) acaba de se mudar para um apartamento num prédio antigo. Seus vizinhos são velhinhos excêntricos e amáveis que não conseguem dizer seu nome do jeito certo, mas encorajam sua curiosidade e seu instinto de exploração. Em uma tarde chuvosa, consegue abrir uma porta na sala de visitas de casa que sempre estivera trancada e descobre um caminho para um misterioso apartamento "vazio" no quarto andar do prédio. Para sua surpresa, o apartamento não tem nada de desabitado, e ela fica cara a cara com duas criaturas que afirmam ser seus "outros" pais. Na verdade, aquele parece ser um "outro" completo mundo mágico atrás da porta. Lá, há brinquedos incríveis e vizinhos que nunca falam seu nome errado. Porém a menina logo percebe que aquele mundo é tão mortal quanto encantador e que terá de usar toda a sua inteligência para derrotar seus adversários.
Mais uma vez eu começo dizendo que já falei sobre o livro antes, mas em poucas linhas (quem se lembra da #TAG: Doenças Literárias?). Agora, no mês do Halloween, não poderia deixar de lado o que foi o meu primeiro — e talvez até meu preferido — livro de "terror". Acredito que tenha começado bem, levando em consideração que o nome de Neil Gaiman quase sempre é associado ao fantástico, ao terror e ao estranho (o que não deixa de ser uma boa descrição dele mesmo como autor).
Muitos conhecem a história de Coraline por causa da versão cinematográfica idealizada e dirigida por Hery Selick, lançado em fevereiro de 2009. O que muitos não sabem é que o filme é baseado nesse livro, de 2002, e menos ainda são os que de fato leram.
Até o momento em que Coraline encontra a porta.
Das portas que encontrou, treze abriam e fechavam. A outra — a porta grande e de madeira escura e esculpida, no canto mais afastado da sala de visitas — estava trancada.
Perguntou à sua mãe:
— Onde vai dar essa porta?
— Em lugar nenhum, querida.
— Mas tem que dar em algum lugar.
Sua mãe balançou a cabeça.
— Veja — disse a Coraline.
Estendeu o braço e pegou uma corrente de chaves no alto do batente da porta da cozinha. Separou as chaves cuidadosamente e escolheu a maior, mais velha, mais escura e mais enferrujada. Foram em seguida para a sala de visitas. Ela destrancou a porta com a chave.
A porta abriu-se.
P. 16
#Mês da Fantasia: João & Maria
Autor: Neil Gaiman
Ilustrações: Lorenzo Mattotti
Título original: Hansel & Gretel
Tradução: Augusto Calil
Editora: Intrínseca
Páginas: 56
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Ilustrações: Lorenzo Mattotti
Título original: Hansel & Gretel
Tradução: Augusto Calil
Editora: Intrínseca
Páginas: 56
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Sinopse: O prestigiado escritor Neil Gaiman e o brilhante ilustrador Lorenzo Mattotti se encontram para recontar o clássico João e Maria. Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o conto narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e falta de esperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar com coragem os perigos de uma floresta sombria.
Em um texto poético, Gaiman revive a tradição dos contos de fada, dando profundidade à aventura dos irmãos, mas sem abandonar a autenticidade e o talento único de mesclar realismo e fantasia que o transformaram em um dos maiores autores de sua geração. Mattotti, por sua vez, dá um ar inteiramente novo ao clássico. Seus traços criam um jogo de luz e sombra, permitindo que o leitor desvende aos poucos a imagem, assim como os segredos da história de João e Maria.
A clássica fábula dos dois irmãos, João e Maria, continua a mesma. O livro apresenta como João acorda no meio da noite e escuta seus pais discutindo sobre a falta de comida e a solução encontrada seria abandonar as crianças na floresta para que pelo menos o casal sobreviva.
João, sabendo o que iria acontecer, pega pedrinhas brancas no riacho e marca todo o caminho de percorrido. Então, quando a noite chega e os dois irmãos percebem que o pai não voltará para buscá-los, eles encontram o caminho de casa seguindo as pedrinhas iluminadas pelo luar.
Mas quando o pai se prepara para levar as crianças novamente à floresta, João não consegue pegar pedrinhas brancas e os dois irmãos, abandonados na escuridão da mata, se perdem em meios aos caminhos sem trilhas. Até que João e Maria encontram uma casa de doces no meio da floresta e a velhinha que morava lá os engana e os aprisiona. A intenção dela é engordar o menino para assá-lo e comê-lo!
Maria, presa por uma corrente no tornozelo, tem que usar toda a sua inteligência para salvar seu irmão e a si mesma da velha bruxa.
#Especial: Dia do Escritor
Boa noite, leitoras e leitores do LOHS. E feliz Dia do Escritor para todos aqueles que se aventuram pelas temerosas páginas em branco. Este é um post singelo para agradecer a todos aqueles que criaram, criam e criarão mundos maravilhosos, diálogos surpreendentes e histórias que nos marcam.
“Being a writer is a very peculiar sort of a job: it's always you versus a blank sheet of paper (or a blank screen) and quite often the blank piece of paper wins.”
― Neil Gaiman
"Ser um escritor é uma tipo de trabalho bem peculiar: é sempre você versus uma página de papel em branco (ou uma tela em branco) e quase sempre o pedaço de papel em branco vence."
Eu amo livros e acredito que todos que estão lendo isso se sintam da mesma forma. Ler nos traz paz, felicidade, força. Ler nos emociona e nos leva para lugares onde nunca sonhamos estar. Ler nos causa dor física e emocional. Como? Quando, você sofre porque um livro é muito pesado ou quando você sofre porque um todos os personagens maravilhosos morrem. Existem também aqueles momentos em que o que está escrito é tão perfeito, tão destruidor que você não consegue parar de chorar e, ao mesmo tempo, de ler. Seus olhos estão cheios de lágrimas e seu corpo só quer saber o que está te esperando na próxima página, mesmo que sejam só mais lágrimas.
Por exemplo, quem não ficou destruído com Princesa Mecânica, A Menina que Roubava Livros, Cidade do Fogo Celestial, A Culpa é das Estrelas e tanto outros... Comente os livros que destruíram vocês!
O Mistério da Estrela - Stardust
Autor: Neil Gaiman
Título Original: Stardust
Tradução: Waldéa Barcellos
Editora: Rocco
Páginas: 280
Este livro foi uma das melhores leituras que já fiz, por isso, precisava de fato resenhá-lo. Aposto que muitas pessoas já viram o filme, que eu também adoro, mas como na maioria dos casos, o livro possui muitos detalhes que valem muito a leitura.
Neil Gaiman é um gênio da fantasia, ele sabe escrever histórias, fábulas, que encantam o leitor, e que nos leva para outros mundos fantásticos e únicos. E isso não foi diferente com O Mistério da Estrela. Vamos à resenha!
Título Original: Stardust
Tradução: Waldéa Barcellos
Editora: Rocco
Páginas: 280
Este livro foi uma das melhores leituras que já fiz, por isso, precisava de fato resenhá-lo. Aposto que muitas pessoas já viram o filme, que eu também adoro, mas como na maioria dos casos, o livro possui muitos detalhes que valem muito a leitura.
Neil Gaiman é um gênio da fantasia, ele sabe escrever histórias, fábulas, que encantam o leitor, e que nos leva para outros mundos fantásticos e únicos. E isso não foi diferente com O Mistério da Estrela. Vamos à resenha!
O Oceano no Fim do Caminho
Autor: Neil Gaiman
Título original: The Ocean At The End Of The Lane
Tradução: Renata Pettengill
Editora: Intrínseca
Páginas: 208
Onde encontrar: AmazonBR | Saraiva |
Que livro é esse? Estou confusa: tudo o que acabei de ler foi real? Aquela história aconteceu mesmo? Porque eu acreditei veementemente no pequeno narrador de sete anos. Esse garotinho sem nome me levou através da história mais louca de infância que eu já li na vida.
Título original: The Ocean At The End Of The Lane
Tradução: Renata Pettengill
Editora: Intrínseca
Páginas: 208
Onde encontrar: AmazonBR | Saraiva |
Sinopse: Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos.
Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino. Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano.
Como não pesquisei antes de me aventurar por essas lembranças, não sabia o que esperar da leitura. Mas sei que o que vou escrever aqui só fará sentido para aqueles que já leram o livro, pois é uma confusão só! Então, me desculpe, se você não leu. Corra, leia, fique confuso e volte para conversar comigo. Até que ponto posso acreditar nesse livro?
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Izabela, 23, bookahoolic desde os 12 anos – época em que meu irmão não me respondeu se o Harry morria ou não no final e me mandou ler. Não parei desde então. Não vejo meu futuro senão junto aos livros e trabalharei muito para que esse sonho se realize. Esse blogue é um passo e espero poder mostrar a todos vocês, leitores, como o mundo real e o nosso real podem se misturar.
Nascida e criada em uma família de leitoras (girl power!), comecei a ler livros mais sérios aos 11 anos, mais precisamente Harry Potter, logo em seguida descobrindo minha verdadeira paixão que é a literatura fantástica com o mestre J.R.R Tolkien, também meu autor favorito. Nerd (com orgulho) desde criancinha, hoje aos 25 anos não vivo sem: Livros! Música, filmes & séries, RPG, jogos em geral e passar um tempo com as amigas.
Sou uma geminiana de múltiplos interesses na vida e na literatura. Minha família é nerd e não nego as raízes. Quando pequena fui apresentada ao universo da ficção com Star Wars pelo meu pai enquanto minha mãe me presenteava com livros infantis. Aos 14, conheci e me apaixonei por HQs e mangás (ainda mantemos uma relação séria até os dias atuais). Hoje sou uma mistura de meus pais, casando uma grande paixão por fantasia e ficção com romances de época e contemporâneos, dando uma passada no setor de quadrinhos pelo menos uma vez ao mês e parando de vez em quando para assistir uma série, um filme ou um anime.

