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Corte de Asas e Ruína - ACOTAR #03

Autora: Sarah J. Maas
Título original: A Court of Wings and Ruin
Tradução: Mariana Kohnert
Série: Corte de espinhos e rosas
Editora: Galera Record
Páginas: 686
Onde encontrar: AmazonBr | Saraiva | Sumbarino
Classificação: +16

| Livro cedido em parceria com a Galera Record |

Sinopse:  A ameaça de guerra paira sobre todos os Feyre ama neste terceiro volume da série Corte de Espinhos e Rosas. Feyre retornou a Corte Primaveril determinada a coletar informações sobre as manobras de Tamlin e do rei invasor, que ameaça subjugar Prythian ao seu poder. Mas, para fazê-lo, ela deve jogar um perigoso jogo de mentiras - e um deslize pode significar condenação não só para Feyre, mas para seu mundo também. À medida que a guerra se apodera de todos eles, Feyre deve decidir em quem confiar entre os deslumbrantes e letais Grão-Feéricos - e procurar aliados em lugares inesperados.  Neste emocionante terceiro livro da série de Sarah J. Maas, a terra será pintada de vermelho enquanto exércitos poderosos lutam para controlar e se apoderar da única coisa que poderia destruir a todos.
Feliz Ano Novo, pessoal! Como estou falando com vocês apenas agora, achei justo estender meu próprios cumprimentos, considerando o tempo que passaremos juntos nessa resenha. Corte de Asas e Ruína foi minha primeira leitura do ano (a versão traduzida, pelo menos). E nada mais justo para com o amor que eu sinto por Sarah J. Maas do que fazer dele a minha primeira resenha do ano. Como vocês podem saber, se acompanham o LOHS há um tempo, eu sou simplesmente apaixonada por essa mulher e por tudo o que ela escreve. Essa trilogia, Corte de Espinhos e Rosas, ganhou meu coração de tal forma, que seu segundo volume, Corte de Névoa e Fúria, é meu livro favorito da vida inteira. Sério.

ACOWAR (acrônimo em inglês deste terceiro volume) fecha a trilogia principal narrada por Feyre Archeron, nossa destemida caçadora. Li-o pela primeira vez em maio de 2017, quando foi lançado e meu coração encontrou paz ao descobrir que Sarah escreveria ainda mais a respeito desse mundo mágico. O lançamento americano ocorrerá em maio de 2018! Cinco meses e contando...

Eu não vou nem tentar traduzir este título, porque
quero só esperar para ver o que a Galera fará nisso aqui. 

Esta novela será a ponte entre este último volume e os próximos romances spin-off no mundo de Prythian. O grito que eu dei quando descobri que teríamos mais livros não pode ser descrito. Porque, para o mundo externo foi apenas um ganido; internamente, foi como se eu pudesse respirar livremente mais uma vez. O que realmente é algo a ser considerado, porque a rainha Maas está grávida! E para quando é o bebê?! Maio de 2018. Eu vou amar tanto essa criança que eu não tenho nem mais condições. 

Feitas essas considerações inicias: vamos para a resenha desse livro de respeito? Já aviso que esta resenha estará cheia de amor, devoção e sentimentos. Porque este volume final foi tudo o que uma leitora poderia pedir em um final de trilogia. Embrace yourselves!

Corte de Névoa e Fúria - ACOTAR #02

Autora: Sarah J. Maas
Título original: A Court of Mist and Fury
Tradução: Mariana Kohnert
Série: Corte de espinhos e rosas
Editora: Galera Record
Páginas: 658
Onde encontrar: AmazonBr | Saraiva | Sumbarino


Sinopse: Nessa continuação, a jovem humana que morreu nas garras de Amarantha, Feyre, assume seu lugar como Quebradora da Maldição e dona dos poderes de sete Grão-Feéricos. Seu coração, no entanto, permanece humano. Incapaz de esquecer o que sofreu para libertar o povo de Tamlin e o pacto firmado com Rhys, senhor da Corte Noturna. Mesmo assim, ela se esforça para reconstruir o lar que criou na Corte Primaveril. Então por que é ao lado de Rhys que se sente mais plena? Peça-chave num jogo que desconhece, Feyre deve aprender rapidamente do que é capaz. Pois um antigo mal, muito pior que Amarantha, se agita no horizonte e ameaça o mundo de humanos e feéricos.

Antes de mais nada, eu gostaria de avisar a todos vocês que essa resenha está cheia de amor, devoção e sentimentos. Se tem alguém que eu admiro nessa vida, essa pessoa é a Sarah J. Maas. O trabalho dela é incrível e lindo e mágico e não para de me surpreender a cada novo livro novo. Eu li A Court of Mist and Fury em maio, quando foi lançado nos EUA, e amei cada pedaço, chorei e me aventurei com Feyre em sua nova jornada. Esse é o meu livro favorito da Sarah (perceba que eu tenho muitos para escolher, porém é esse que continua a me emocionar, não importa quantas vezes eu o leia). 

Antes deu começar a falar dessa história, notemos o sério compromisso que a Galera Record tem conosco, fãs e devotos de Sarah. O trabalho perfeito de capa e diagramação de Corte de Espinhos e Rosas foi mantido em Corte de Névoa e Fúria; a capa ficou ainda mais linda (vocês repararam no casal se beijando ao fundo?) e os arabescos novos, então? Eu estou enlouquecida com essa perfeição. Outro detalhe a destacar é o número de páginas: ACOMAF é maior, ou seja, mais feels; a lombada aguentou, o tanto que eu abri esse livro e a lombada nem trincou, então, parabéns Galera! Por fim, a revisão desse volume estava muito melhor! Foram poucos os erros que eu peguei, então aposto que o terceiro livro sairá perfeito!

Vamos à resenha, sim?

“- Às pessoas que olham para as estrelas e desejam, Rhys.
- Às estrelas que ouvem e aos sonhos que são atendidos.” Feyre e Rhys, p. 356

#Mês da Fantasia: Corte de Espinhos e Rosas - ACOTAR #01

Autora: Sarah J. Maas
Título original: A Court of Thorns and Roses
Tradução: Mariana Kohnert Medeiros
Série: Corte de espinhos e rosas  
Editora: Galera Record
Páginas: 434
Onde encontrar: Buscapé!

Sinopse: Em Corte de Espinhos e Rosas, um misto de A Bela e A Fera e Game of Thrones, Sarah J. Maas cria um universo repleto de ação, intrigas e romance. Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira — que ela só conhecia através de lendas —, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la... ou Tamlin e seu povo estarão condenados.
Vocês sabem que eu amo essa autora, não? Então segura a emoção, porque essa resenha será longa! Sarah escreve personagens femininas maravilhosamente fortes, heroínas em todos os sentidos (falei um pouco sobre o assunto nesse post de introdução. Se quiserem, posso até escrever algo mais elaborado sobre a jornada do herói, caso tenham interesse!). Em TOG, nós temos uma guerreira; em ACOTAR, uma caçadora. Elas podem ser parecidas num primeiro momento, porém suas bases são completamente diferentes. Celaena e Feyre, nossa protagonista e narradora, são duas personagens complexas, únicas e lindamente criadas.

Corte de Espinhos e Rosas é o primeiro livro da série ACOTAR (acrônimo em inglês). É uma releitura do conto A Bela e a Fera, com pequenos toques de Cinderela. Aí você me pergunta, mas não é Trono de Vidro a releitura de Cinderela? E eu te respondo: Sim! Porém, Feyre possuiu duas péssimas irmãs (assim como Cinderela, mas falaremos mais sobre isso mais tarde). Antes de falar da história em si, gostaria de tecer algumas considerações.

Adorei o novo design que a Galera Record criou para a edição brasileira! Achei nossa capa muito mais bonita do que a americana: os arabescos florais são muito significativos e a editora conseguiu manter isso, mesmo que de maneiras diferentes; as cores dessa capa são esplêndidas! Fiquei apaixonada. Por dentro, a diagramação está caprichada, as aberturas de capítulo são fofas e as letras são muito confortáveis. No entanto, pecaram na revisão. Há diversos erros, detalhes que uma boa releitura poderia ter pegado; não é nada que atrapalhe a leitura, fiquem tranquilos, mas fica aí, né?

Dito isso, vamos falar sobre como foi ler esse livro?

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