Olá, leitores! Ontem, 22 de junho, o livro Doce Desconhecida foi lançado na Livraria Cultura. A sessão de autógrafos começou às 18h e a fila não estava insuportável. O evento no Facebook teve quase mil confirmações, então eu cheguei o mais cedo que pude, pois não queria ser uma das últimas. Comprei o livro, almocei e depois voltei para tentar a sorte e ler nas almofadinhas da Cultura e - pela primeira vez em toda a minha vida! - eu consegui me acomodar num lugar confortável.
Cheguei por volta das 16h na Cultura e comecei a leitura daquelas palavras que tanto mexeram comigo desde a primeira vez em que as conheci através da página do
Facebook.
Alexandre Guimarães era, até então, apenas um nome e todas as palavras lindas que escreveu para nós, suas desconhecidas. E nós éramos várias. A cada minuto que passava, mais meninas chegavam e estavam todas encantadas tentando adivinhar como ele era, qual seria sua altura, a cor dos seus olhos, como seria a sua voz e esse tipo de coisa, porque não existia foto dele nas redes sociais. Eu estava tranquila, pois não precisava saber como ele era, desde que ele continuasse escrevendo.
É, pequena, chegando o fim de noite e você aí com seus pensamentos fora dos seus devidos lugares. O coração anda precisando de paz, né? Eu sei, às vezes isso é difícil. Você é uma mulher muito incrível, admiro-a bastante. Você não está sozinha nessa, estou ao seu lado, te cuidando, te fazendo um carinho. Alguém que te admira.