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Uma Noite Como Esta - Quarteto Smythe-Smith #02

Autora: Julia Quinn
Título original: A Night Like This
Tradução: Ana Rodrigues
Série: Quarteto Smythe-Smith
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Onde encontrar: AmazonBr | Americanas | Cultura | Saraiva | Submarino | Travessa

Sinopse: Anne Wynter pode não ser quem diz que é…
Mas está se saindo muito bem como governanta de três jovenzinhas bem-nascidas. Seu trabalho é bastante desafiador: em uma única semana ela precisa se esconder em um depósito de instrumentos musicais, interpretar uma rainha má em uma peça que pode ser uma tragédia ou, talvez, uma comédia – ninguém sabe ao certo – e cuidar dos ferimentos do irresistível conde de Winstead. Após anos se esquivando de avanços masculinos indesejados, ele é o primeiro homem que a deixa verdadeiramente tentada, e está cada vez mais difícil para ela lembrar que uma governanta não tem o direito de flertar com um nobre.
Daniel Smythe-Smith pode estar em perigo…
Mas isso não impede o jovem conde de se apaixonar. Quando ele vê uma misteriosa mulher no concerto anual na casa de sua família, promete fazer de tudo para conhecê-la melhor, mesmo que isso signifique passar os dias na companhia de uma menina de 10 anos que pensa que é um unicórnio.
O problema é que Daniel tem um inimigo que prometeu matá-lo. Mesmo assim, no momento em que vê Anne ser ameaçada, ele não mede esforços para salvá-la e garantir seu final feliz com ela.

Uma Noite Como Esta é o segundo livro do Quarteto Smythe-Smith, a nova série da Julia Quinn publicada pela editora Arqueiro. O primeiro título da série, Simplesmente o Paraíso (Resenha), contou a história de Honoria  Smythe-Smith e o amor que nasceu da longa amizade com Marcus Holroyd, conde de Chatteris e também melhor amigo de seu irmão mais velho, Daniel  Smythe-Smith.

Meu box Quarteto Smythe-Smith <3

Agora, vamos acompanhar a volta para casa de Daniel Smythe-Smith, conde de Winstead. Três anos antes, Daniel se envolveu em um duelo de cavaleiros com seu amigo Hugh Prentice. Tudo por conta de muita bebida e um jogo de cartas. A questão é que, como os dois jovens cavalheiros estavam extremamente alcoolizados, ambos erraram a pontaria e atiraram de fato no adversário (o que não era a intenção de nenhum dos dois, diga-se de passagem). Daniel levou um tiro no ombro e Hugh na coxa, só que uma veia foi atingida e Hugh quase perdeu a vida.
Embora Daniel tenha tentado se desculpar pelo erro, o pai de Hugh não o perdoou pelo fato do filho ter se tornado “incapaz” (explicando: Hugh ficou manco da perna ferida). Por isso, Daniel passou os últimos três anos fugindo por todo o continente europeu de assassinos contratados para matá-lo. 
As boas novas chegam quando Hugh reencontra Daniel na Itália e lhe explica que conseguiu convencer o pai a não tentar matar o amigo mais. Então, Daniel pode finalmente voltar para Inglaterra.

Daniel chega em exatamente a tempo de uma apresentação do terrível e famoso “Quarteto  Smythe-Smith”. Mas imaginem a surpresa do rapaz quando uma jovem desconhecida (que com certeza não é nenhuma de suas primas) está tocando o piano. A garota prende a atenção de Daniel a noite inteira.

Ora, ora, aquilo era um mistério. Daniel sabia (porque a mãe lhe dissera várias vezes) que o Quarteto Smythe-Smith era composto de jovens damas Smythe-Smiths solteiras, e ninguém mais. A família, na verdade, tinha muito orgulho disso, de produzir tantas moças com talento musical (palavras da mãe de Daniel, não dele). Quando uma delas se casava, há havia outra esperando para assumir a posição. Nunca haviam precisado que alguém que não pertencente à família ocupasse um lugar no quarteto. Na verdade, a questão principal era: que pessoa não pertencente à família iria querer ocupar um lugar no quarteto?
Daniel, p. 23

#Julia Quinn Responde Dúvidas de Fãs + #Sorteio Simplesmente o Paraíso Autografado

Julia Quinn na livraria Saraiva decorada em sua homenagem em São Paulo - Fotos: Roberto Filho

A diva Julia Quinn veio ao Brasil em março deste ano para divulgar a nova série O Quarteto Smythe-Smith, que conta as histórias por trás dos terríveis recitais que a família Bridgerton compareceu ao longo da série Os Bridgertons. Ambas as séries são publicadas pela editora Arqueiro.

Eu (Carol) e Julia Quinn <3
Como devem saber, a nova tour no Brasil passou por apenas cinco cidades (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e São Paulo) em um cronograma apertado. Estivemos presente no evento em São Paulo e preparamos uma surpresa para nossos(as) leitores(as)!! No fim deste post estaremos sorteando um exemplar de Simplesmente o Paraíso (primeiro livro de Quarteto Smythe-Smith) AUTOGRAFADO!!!! Não percam! ;) 

E, para aproveitar a vinda dessa autora incrível, nós também tínhamos a intenção de fazer uma entrevista com ela, assim como fizemos em 2015 (confira aqui o post). Mas, infelizmente, a agenda estava lotada e não foi possível. :(

Descobrimos, então, no site oficial da Julia Quinn uma série de respostas para as perguntas mais frequentes dos fãs à escritora. Por isso, vamos traduzir algumas delas nesse post. Esperamos que gostem! 

Simplesmente o Paraíso - Quarteto Smythe-Smith #01

Autora: Julia Quinn
Título original: Just Like Heaven
Tradução: Ana Rodrigues
Série: Quarteto Smythe-Smith
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Onde encontrar: AmazonBr | Americanas | Cultura | Saraiva | Submarino | Travessa


Sinopse: Honoria Smythe-Smith sabe que, para ser uma violinista ruim, ainda precisa melhorar muito…
Mesmo assim, nunca deixaria de se apresentar no concerto anual das Smythe-Smiths. Ela adora ensaiar com as três primas para manter essa tradição que já dura quase duas décadas entre as jovens solteiras da família. Além disso, de nada adiantaria se lamentar, então Honoria coloca um sorriso no rosto e se exibe no recital mais desafinado da Inglaterra, na esperança de que algum belo cavalheiro na plateia esteja em busca de uma esposa, não de uma musicista.
Marcus Holroyd foi encarregado de uma missão…
Porém não se sente tão confortável com a tarefa. Ao deixar o país, seu melhor amigo, Daniel, o fez prometer que vigiaria sua irmã Honoria, impedindo que a moça se casasse com pretendentes inadequados. O problema é que ninguém lhe parece bom o bastante para ela. Aos olhos de Marcus, um marido para Honoria precisaria conhecê-la bem (de preferência, desde a infância, como ele), saber do que ela gosta (doces de todo tipo) e o que a aflige (como a tristeza pelo exílio de Daniel, que ele também sente). Será que o homem ideal para Honoria é justamente o que sempre esteve ao seu lado afastando todo e qualquer pretendente?
Com seu estilo inteligente e divertido, Julia Quinn enfim apresenta ao público o Quarteto Smythe-Smith, o terrivelmente famoso e adoravelmente desafinado grupo musical que conquistou os leitores antes mesmo que as cortinas se abrissem para ele.


Meu box autografado pela Julia Quinn

Carta aos leitores que acompanha o box.
Clique na imagem para ler
De uma forma única, a Editora Arqueiro - responsável pela publicação dos livros da escritora no país - publicou os quatro títulos da saga Quarteto Smythe-Smith de uma vez só. O que causou mais furor ainda foi a nova tour da Julia Quinn em algumas cidades brasileiras. E foi a nova visita dela em São Paulo que me fez comprar o box incrível com os quatro volumes e brindes extras, incluindo uma carta da autora sobre o que a fez começar a escrever sobre essa família.

Como já tenho essa coleção completa, prometo trazer para vocês as resenhas o mais rápido possível. Começando por hoje. ;)

Simplesmente o Paraíso conta a história de Honoria Smythe-Smith, a jovem que sabe que é uma péssima musicista, mas todos os anos continua a tocar no evento anual das Smythe-Smith com suas primas. Isso porque é uma antiga tradição familiar as mulheres solteiras tocarem algum instrumento musical e realizarem anualmente uma apresentação. E não há nada mais importante para Honoria do que sua família. 

-Convocada? - repetiu a mãe com uma risadinha. - Você faz parecer um fardo.
Honoria ficou em silêncio por um instante, tentando não rir. Ou talvez chorar.
-É claro que não - conseguiu dizer por fim. - Adoro o quarteto.
O final era verdade. Ela amava ensaiar com as primas, mesmo se, com o tempo, houvesse passado a tampar os ouvidos com chumaços de algodão. O único problema era que as apresentações eram terríveis.
Ou, como Sarah descreveria, assustadoras.
Medonhas.
Apocalípticas.
(Sarah sempre teve certa tendência à hipérbole.)
p. 121

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