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Espada de Vidro - Red Queen #02

Autora: Victoria Aveyard
Título original: Glass Sword
Tradução: Cristian Clemente
Série: Red Queen
Editora: Seguinte
Páginas: 494
Onde encontrar: Companhia das Letras | AmazonBr | Saraiva

| Livro cedido em parceria com a Companhia das Letras |
Sinopse: O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar.
Quando finalmente consegue escapar do palácio, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.
  
Preciso dizer que eu tinha expectativas muito altas para esse livro, como você podem perceber pela minha resenha de A Rainha Vermelha. No entanto, não encontrei exatamente o que esperava. Comecei esse livro e já fiquei meio chateada com a Mare. Ela era uma personagem muito interessante no primeiro volume. Nesse segundo, porém, parece que o mundo gira em torno dela. Em torno de sua revolução, de seu poder, e de seu coração partido. Fiz uma análise profunda do porquê eu me sentir assim e percebi que pode ser por eu já ter uma personagem egocêntrica em meu coração, Celaena Sardothien (por favor, reparem nos nomes, ok!) My queen can do no wrong.


"Sou a arma mais poderosa numa embarcação cheia de guerreiros, e eles parecem não perceber." Mare, p. 52

A Rainha Vermelha - Red Queen #01

Autora: Victoria Aveyrard
Título original: Red Queen
Tradução: Cristian Clemente
Série: Red Queen
Editora: Seguinte
Páginas: 420
Onde comprar: Saraiva - Extra - Cultura

Sinopse: Primeiro livro de uma trilogia que já estreou em primeiro lugar na lista de mais vendidos do New York Times e teve os direitos cinematográficos vendidos para a Universal. O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.

Mal foi lançado nos EUA e já era um sucesso do The New York Times. Com críticas tanto positivas, quanto negativas, A Rainha Vermelha abalou o mundo literário. As razões para isso foram as incontestáveis semelhanças entre o enredo/personagens desse lançamento e alguns livros/filmes existentes: a autora aparentemente escolheu elementos de Game of Thrones, Jogos Vorazes, Trilogia Gisha, A Seleção, X-Men (e mais algum outro que eu provavelmente esqueci de citar) e criou o mundo de Mare Barrow, nossa protagonista e narradora.

A sociedade é dividida entre sangue prateado (com poderes dos X-man) e sangue vermelho (oprimidos e escravizados moradores dos distritos de Jogos Vorazes), uma monarquia organizada que contém uma hierarquia interna entre os prateados.  Mare Barrow faz o que pode para ajudar a família. Como ela ainda não conseguiu arrumar um emprego, ela rouba o que pode pelas ruas de Palafitas, onde vive. Ela e seu amigo Kilorn, aprendiz de marujo, estão acostumados à vida sofrida e incansáveis demonstrações de poder por parte dos Prateados.  

"- O que você vê, Cal?
- Vejo um mundo em corda bamba. Sem equilibro, ele cai." Mare e Cal, p. 166

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