Autora: Victoria Aveyrard
Título original: Red Queen
Tradução: Cristian Clemente
Série: Red Queen
Editora: Seguinte
Páginas: 420
Onde comprar: Saraiva - Extra - Cultura
Sinopse: Primeiro livro de uma trilogia que já estreou em primeiro lugar na lista de mais vendidos do New York Times e teve os direitos cinematográficos vendidos para a Universal. O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.
Mal foi lançado nos EUA e já era um sucesso do The New York Times. Com críticas tanto positivas, quanto negativas, A Rainha Vermelha abalou o mundo literário. As razões para isso foram as incontestáveis semelhanças entre o enredo/personagens desse lançamento e alguns livros/filmes existentes: a autora aparentemente escolheu elementos de Game of Thrones, Jogos Vorazes, Trilogia Gisha, A Seleção, X-Men (e mais algum outro que eu provavelmente esqueci de citar) e criou o mundo de Mare Barrow, nossa protagonista e narradora.
A sociedade é dividida entre sangue prateado (com poderes dos X-man) e sangue vermelho (oprimidos e escravizados moradores dos distritos de Jogos Vorazes), uma monarquia organizada que contém uma hierarquia interna entre os prateados. Mare Barrow faz o que pode para ajudar a família. Como ela ainda não conseguiu arrumar um emprego, ela rouba o que pode pelas ruas de Palafitas, onde vive. Ela e seu amigo Kilorn, aprendiz de marujo, estão acostumados à vida sofrida e incansáveis demonstrações de poder por parte dos Prateados.
"- O que você vê, Cal?
- Vejo um mundo em corda bamba. Sem equilibro, ele cai." Mare e Cal, p. 166