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Crave a Marca #01

Autora: Veronica Roth
Título original: Carve the Mark
Tradução: Petê Rissatti
Série: Crave a Marca
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 480
Onde encontrar: AmazonBr | Americanas | Cultura | Saraiva | Submarino | Travessa


| Livro cedido em parceria pelo Grupo Editorial Rocco |


Sinopse: Cyra é a irmã de um tirano brutal que governa o povo Shotet. O dom-da-corrente que percorre o corpo da jovem lhe dá uma dor imensa, mas também um poder extraordinário – algo explorado pelo irmão, que a usa para torturar seus inimigos. No entanto, Cyra não é apenas uma arma nas mãos do irmão: ela é resiliente, ágil e mais esperta do que ele imagina.
Akos é da pacífica nação de Thuve e protegido por um dom-da-corrente incomum. Bondoso e extremamente fiel à família, quando ele e o irmão são sequestrados por soldados inimigos Shotet, Akos se desespera e decide fazer de tudo para resgatar o irmão com vida.
Agora, Akos se vê forçado a viver no mundo de Cyra, onde a inimizade entre seus países e suas famílias parece intransponível. Para salvar o irmão, ele encontra apenas uma saída: apostar nos poderes de Cyra. E ela, por sua vez, percebe que Akos é sua única chance de sobreviver à tirania familiar. Juntos, seus destinos podem decidir o futuro da galáxia. Mas será que confiarão um no outro? Ou acabarão se destruindo?
Crave a marca é um retrato deslumbrante de Veronica Roth sobre o poder da amizade – e do amor – numa galáxia repleta de dons surpreendentes. 

Comecei a ler as novas distopias por conta de minhas duas irmãs mais novas. A caçula me apresentou Jogos Vorazes (Resenha) enquanto a do meio preferia Divergente (Resenha). Não é o meu gênero favorito porque acho a fórmula muitas vezes repetidas, mas alguns títulos são realmente muito bons e entram na minha lista de favoritos.

Enfim, logo que vi o nome Veronica Roth entre os lançamentos da editora Rocco, fiquei interessada. A curiosidade só aumentou quando falaram que ela estaria lançando uma ficção científica! Obviamente, foi o primeiro título que pedi esse ano.

Mapa do sistema solar criado por Roth

Crave a Marca se passa em uma galáxia diferente da nossa. São nove planetas (Thuvhe, Othyr, Trella, Kollande, Tepes, Ogra, Essander, Zold e Pitha) girando ao redor de um Sol e protegidos pela Barreira do Fluxo-da-Corrente. Fora dessa barreira há alguns pequenos planetas, mas que não têm - ainda - a mesma importância por estarem na borda, fora dessa proteção “mágica”.

O Fluxo-da-Corrente envolve tudo, as pessoas e os planetas. É a energia que traz vida. E as pessoas conseguem utilizar o Fluxo-da-Corrente em forma de dons diferenciados. Há quem cicatriza os machucados instantaneamente, quem tem o poder de acalmar as pessoas, e até quem pode ver o futuro, ou melhor, todas as possibilidades de futuro. Nesse universo, há também os chamados afortunados. Esses são aqueles que em todos os diferentes futuros que os videntes enxergam, têm o mesmo “destino”.

Insurgente - Divergente #02

Autora: Veronica Roth
Título original: Insurgent
Tradução: Lucas Peterson
Série: Trilogia Divergente
Editora: Rocco
Páginas: 512

Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
  



"Uma escolha se torna um sacrifício
Uma escolha se torna uma perda
Uma escolha se torna um fardo
Uma escolha se torna uma batalha
Uma escolha pode te destruir"

A Erudição declarou guerra. A Audácia foi dividida. Algumas facções não querem lutar. Está na hora de escolher.

Contém spoilers de Divergente!

Divergente - Divergente #01

Autora: Veronica Roth
Título original: Divergent
Tradução: Lucas Peterson
Série: Trilogia Divergente
Editora: Rocco
Páginas: 504

Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

"Uma escolha decide quem são seus amigos
Uma escolha define suas crenças
Uma escolha determina sua lealdade para sempre
Um escolha pode te transformar"

Ele chegou ontem (17/07) às 22h, comecei a lê-lo às 22h45 e fui assim até às 5h, sem parar. Aí eu dormi, neh? Porque senão...  Acordei às 8h e terminei o livro hoje (18/07) às 14h. Eh... eu simplesmente amei a história.

Gostaria de fazer um comentário antes! Depois de Jogos Vorazes, passei a ler as distopias de um modo diferente, tentando enxergar nelas uma crítica à realidade que estamos vivendo. E em Divergente demorei um pouco para entender qual era a (possível) mensagem que a autora queria nos passar, mas entendi que não importa quão puras forem as nossas intenções, o ser humano sempre arranjará um modo de conseguir aquilo que quer: mais poder, mais riqueza, mais reconhecimento. O ser humano não consegue ser incorruptível por muito tempo, porém são contra esses instintos depreciativos que as facções lutam. Esse foi um ponto positivo na distopia de Veronica, pois ela põe uma paz e a ilusão de uma vida perfeita
"- Aqueles que culpavam a agressividade formaram a Amizade.
- Os que culpavam a ignorância formaram a Erudição.
- Os que culpavam a duplicidade formaram a Franqueza.
- Os que culpavam o egoísmo geraram a Abnegação.
- E os que culpavam a covardia se juntaram à Audácia." p. 48, 49

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