Autora: Marie Lu
Título original: The Rose Society
Tradução: Rachel Agavino
Série: Jovens de Elite
Editora: Rocco - Jovens Leitores
Páginas: 336
Sinopse: Sociedade da Rosa é o segundo volume da saga de fantasia medieval Jovens de Elite e mostra a jovem Adelina Amouteru com sede de vingança. Depois de ser renegada pela família, ela é traída por aqueles em quem confiou, e parte em busca de outros malfettos — sobreviventes da febre do sangue que, como ela, possuem dons fantásticos —, para formar um exército próprio e combater a Inquisição do Eixo. Mas o ódio e o medo que a alimentam podem levá-la por caminhos perigosos, e uma oferta tentadora vai testar a verdadeira natureza dos seus poderes e de sua personalidade. Uma sequência de tirar o fôlego para uma saga épica.
A continuação perfeita para
Jovens de Elite:
Sociedade da Rosa é o segundo volume dessa trilogia maravilhosa de Marie Lu. Se você ler a sinopse escolhida pela Rocco, terá spoilers do primeiro livro. Eu optei por colocar a sinopse do Skoob para vocês, porque acredito que ter logo de cara informações pesadas do primeiro livro não seria um incentivo àqueles que ainda não conhecem esse universo sombrio e fascinante criado por Marie Lu. Dito isso, aviso a vocês - leitores que possam ainda não ter colocado suas mãozinhas em Jovens de Elite - que
dividirei essa resenha em duas partes. Uma apenas com um comentário geral a respeito desse segundo volume, e outra parte, mais detalhada, com informações do primeiro livro que preciso para explicar a loucura que foi essa continuação. Espero que vocês gostem e, por favor, leiam para eu poder escrever a resenha de
Estrela da Meia-Noite (o último volume da trilogia) sem me preocupar em assustá-los!
"Era uma vez uma menina que teve um pai, um príncipe, uma sociedade de amigos. Então, eles a traíram e ela destruiu a todos." Adelina, p. 8
Sem spoilers de Jovens de Elite

Sem. or.
Que livro maravilho, sombrio e envolvente. Por mais perturbador que seja estar dentro da mente de Adelina, sua história é gloriosa. Como disse na resenha anterior, Adelina não se importa com o mundo.
Ela se importa consigo mesma e com seus desejos de vingança. Ela jurou vingar-se contra a Inquisição e Terran Santoro, o Inquisidor Chefe. Em sua busca incessante por uma chance de grandeza, Adelina procurará aliados: outros Jovens de Elite poderosos, lendas - para que possam voltar a Kenettra e reclamar o sangue que acredita ser seu direito derramar.
Muitas pessoas lutarão pelo trono da cidade. Outras rainhas, outros
malfettos, outras causas aparecerão nesse segundo volume. As ligações entre Adelina e o mundo se tornam cada vez mais frágeis.
"É estranho, de verdade, olhar para toda essa alegria. O que eu faço com ela? Ela não alimenta a minha energia." Adelina, p. 12 A escuridão de seu poder ameaça tomá-la. O medo e o desespero que preencherão seu caminho são ótimos combustíveis para a narrativa.
As outras personagens apresentada no livro são incríveis e formam um conjunto sensacional para o desenrolar dessa história. A guerra pelo trono, pelos direitos de cada cidadão, pela luta contra os maus-tratos aos
malfettos somado à narração única de Adelina formam um conjunto com você nunca leu antes.
"A partir de agora, eu ataco primeiro." Adelina, p. 15