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Os Sombras - IAN #13



Autora: J. R. Ward
Título original: The Shadows
Tradução: Cristina Tognelli 
Série: Irmandade da Adaga Negra
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 638
Onde encontrar: AmazonBr | Saraiva | Submarino 
Sinopse: Dois irmãos, ligados por algo maior que o laço de sangue, lutam para evitar um destino brutal. Trez "Latimer" não existe de fato. E não só porque essa identidade foi criada para que o Sombra pudesse viver no mundo humano. Trez fugiu de sua prisão no palácio dos Sombras há anos, e agora vive em Caldwell como cafetão, sempre tentando evitar seu fatal destino como escravo sexual da rainha. Ele nunca teve em quem confiar de verdade... a não ser no irmão, iAm.
O único objetivo de iAm sempre foi impedir que o irmão de autodestruísse, e ele sabe que fracassou nisso. Só depois que Selena, uma Escolhida, entra na vida de Trez, é que o macho começa a dar a volta por cima; porém, é tarde demais. Chegou a hora de cumprir a profecia de se compromissar com a filha da rainha, e Trez não poderá fugir ou se esconder, e não há como negociar.
Encurralado entre o desejo de seu coração e um destino que nunca aceitou, Trez deve decidir se põe a si mesmo e aos outros em perigo, ou se esquece para sempre a fêmea amada. Após uma tragédia inimaginável, da beira do seu abismo emocional, Trez precisará encontrar um motivo para continuar ou se arriscará a perder tudo, inclusive a alma. Será que iAm, em nome do amor fraterno, aceitará realizar um derradeiro sacrífico em lugar do irmão? 
Como eu tinha dito na resenha de O Rei, grandes coisas estavam a nossa espera nesse décimo terceiro volume da Irmandade da Adaga Negra. De toda série até agora, esse foi o segundo que me fez chorar. Aqueles choros que doem o coração e você fica toda remelenta e tem de parar a leitura para assoar o nariz. Foi assim que eu fiquei. Eu sabia que algo trágico iria acontecer. Todos nós sabíamos, certo? Mas nada consegue lhe preparar para o momento em que tudo acontece.
"O destino era tão alheio e influente como o vento é com uma bandeira, tremulando o tecido da existência de um indivíduo de um lado para o outro, sujeitando aquele que oscila aos seus desejos, sem perguntar ao estandarte pelo que ele poderia aspirar.
Ou pelo que poderia ter implorado." Trez, p. 17

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