A Filha do Sangue – As Joias Negras #01



Autora: Anne Bishop
Título Original: Daughter of the Blood
Tradução: Cristina Correia
Série: As Joias Negras
Editora: Saída de Emergência Brasil
Páginas: 432

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Sinopse: O Reino Distorcido se prepara para o cumprimento de uma antiga profecia: a chegada de uma nova Rainha, a Feiticeira que tem mais poder que o próprio Senhor do Inferno. Mas ela ainda é jovem, e por isso pode ser influencidade e corrompida. Quem a controlar terá domínio sobre o mundo. Três homens poderosos, inimigos viscerais - sabem disso. Saetan, Lucivar e Daemon logo percebem o poder que se esconde por trás dos olhos azuis daquela menina inocente. Assim começa um jogo cruel, de política e intriga, magia e traição, no qual as armas são o ódio e o amor. E cujo preço pode ser terrível e inimaginável.

Vocês podem não concordar comigo, mas acredito fielmente que o ramo da Fantasia é o mais complexo de todos. Se em toda sua vida só leu romances Harlequin ou dramas do Nicholas Sparks ou mesmo suspenses do Stephen King não vai conseguir ler, gostar e realmente compreender A Filha do Sangue. Não me entenda mal, eu já perdi a conta de quantos romances e dramas já li e não quero desmerecer Stephen King que, como carrega no próprio nome, é o rei do suspense. As histórias são ótimas, mas para você pegar um livro de Fantasia como este tem que ter uma maturidade literária no gênero fantástico que só se consegue com a leitura de outras fantasias.
“Há algumas perguntas que não devem ser feitas até que uma pessoa tenha maturidade suficiente para apreciar as respostas.”, p. 286
Podem me chamar de arrogante, mas mantenho o que disse. Vi muita gente na internet criticando esse livro, seja por conta dos personagens ou por se confundir no enredo. Mas a verdade, no meu ponto de vista, é que simplesmente não conseguiram compreender a grandeza dessa história. 

Minha primeira dica para quem vai começar essa trilogia é ler a Carta do Editor, o Prefácio, o Resumo dos Personagens, A ordem das Joias, e a Hierarquia de Castas dos Sangues. Quando você vai ler O Senhor dos Anéis, você tem que estudar os mapas e os apêndices para realmente entender aquele universo. Na série das Joias Negras é a mesma coisa. É o tipo de história que precisa ser estudada e, ao mesmo tempo, o leitor deve se jogar de cabeça para compreender que o mundo do livro não é o mesmo mundo em que vivemos, tem regras específicas e que tudo o que você está lendo é real - queira isso ou não.

Devo confessar aqui que a sinopse me enganou. Achei interessantíssimo essa ideia de que uma mulher ia chegar arrasando em um mundo mágico controlado por três homens – os tais inimigos jurados. A verdade é muito mais complexa que isso e vou tentar iluminar seus pensamentos da melhor forma possível e sem spoilers, mas já aviso que o texto será longo.

A primeira coisa que precisa entender é que quem está no poder deste mundo são as mulheres. Sempre estiveram e sempre estarão. Elas fazem parte dos Sangue, que são todas as pessoas com poderes da história. Os Sangue foram criados para proteger os reinos e manter a paz, mas com o passar dos anos eles se corromperam – tanto os homens como as mulheres. Sendo uma sociedade matriarcal, muitos garotos que poderiam ser fortes na magia viraram escravos e muitas meninas que poderiam se tornar poderosas Rainhas e contestar o poder foram perdidas. A partir desse ponto você já não entende a sinopse, certo? Pois segure um pouco a interrogação aí que voltarei depois a esse assunto.

Você também precisa entender que a hierarquia da sociedade irá depender da joia que a pessoa carrega. A partir do momento que alguém nasce, ele ou ela ganha uma pedra de acordo com o seu poder e, quando atingir a maturidade, irá receber outra que pode ser até três níveis maior que a que recebeu quando nasceu. Como as pedras são escolhidas? Elas não são. Elas escolhem a pessoa, assim como a varinha escolhe o bruxo em Harry Potter e a Pedra Filosofal. O nível mais baixo é a joia de cor branca, no meio se tem a opala que é como uma linha divisória entre as pedras mais claras e mais escuras e as três últimas joias mais poderosas são, respectivamente, cinza, cinza-ébano e negra. 

Sendo a sociedade dividida por castas, abaixo de todos ficam os plebeus e plebeias que são homens e mulheres que não fazem parte dos Sangue, logo não tem poderes e não usam as joias. Já aqueles que fazem parte dos Sangue tem como posição mais baixa os machos e as fêmeas que não usam joias (às vezes não tem magia suficiente para uma); em um nível mais alto temos os Senhores da Guerra e as Feiticeiras, sendo que ambos usam joias; subindo mais um nível aparece os Príncipes, as Sacerdotisas, as Curandeiras e as Viúvas Negras; indo mais para cima estão os Príncipes dos Senhores da Guerra que são os machos mais poderosos; e, no topo da pirâmide estão as Rainhas. 

Só que um Príncipe pode ser mais poderoso que uma Rainha caso ele use uma joia de mais poder que a da Rainha. A força da magia de cada um está nas joias que carregam e não na posição hierárquica. No caso de uma luta, o Príncipe com uma joia com nível mais elevado estraçalharia a mente e o corpo da Rainha com uma pedra de menor poder. 

Agora que conhece um pouco das regras desse universo, eu posso voltar aos três homens poderosos. O primeiro personagem a aparecer no livro é Lucivar Yaslana, ele é um eyrieno (uma raça de corpo humano e com asas nas costas) e possui uma joia cinza-ébano; foi escravizado quando era um adolescente e forçado a servir desde então as mulheres das cortes com favores sexuais. A questão é que ele tem um temperamento explosivo que acabou por matar todas as “donas” anteriores. É o terceiro macho mais forte dos reinos, mas não consegue se libertar da magia que o torna prisioneiro.

Daemon Sadi é o segundo homem a aparecer. Ele é forte, atraente e completamente frio. Se tornou um escravo sexual quando era muito novo e odeia todas as mulheres as quais é obrigado a servir, tratando-as com desprezo e sadismo. Ele é o homem com mais poder mágico na história, mas o motivo de continuar a viver na escravidão é para proteger a vida do irmão, Lucivar Yaslana.

Não, eu não contei nenhum spoiler. Assim que ler a descrição de personagens, você aprende que Daemon e Lucivar são irmãos, filhos do mesmo pai, e ambos sabem disso. Mas Daemon sofreu um feitiço quando criança e não se lembra mais de quem é o pai e também quem é sua mãe verdadeira. O interessante é que Daemon tem um carinho profundo por Tessa, a mãe biológica, sem saber quem ela é de fato. 

Mas uma das maiores intrigas do enredo é que tanto Lucivar como Daemon foram tratados como bastardos e não sabem que o pai deles é Saetan Daemon, o segundo homem mais forte do livro. 

Saetan Daemon SaDiablo é o Senhor Supremo do Inferno, Sacerdote Supremo da Ampulheta e Príncipe da Guerra de Dhemlan. Ele é o último protagonista a aparecer e o que mais revela segredos da história. Saetan sabe que tem dois filhos escravizados e se dói por eles, mas ele não pode fazer nada na época por causa das Leis dos Sangue. E o máximo que pode fazer agora é assistir em silêncio o sofrimento dos dois. O fato é que ele é muito velho, mesmo para os povos com uma grande longevidade desse livro (que vivem facilmente mais de 2 mil anos). Na verdade, ele fez um feitiço para continuar uma semi-vida até cumprir a promessa que fez para a Rainha que servia, Cassandra, de realizar a profecia que ela lhe contou. 

A profecia era clara: a filha da alma e não do ventre de Saetan iria nascer e se tornaria a Feiticeira, o mito vivo do ser mais poderoso deste universo. Caberia a ele a responsabilidade de criá-la e educá-la nos ensinamentos corretos das Artes (magia) e não deixá-la se corromper.

É nessa parte que explico sobre a protagonista principal. Jaenelle Angelline é a menina da profecia, é o mito vivo e será a Feiticeira mais poderosa de todos os reinos. O problema é que ela tem apenas sete anos no começo da história e ainda precisa de auxílio para aprender a controlar a magia, pois tem muito mais poder que todas as feiticeiras, mesmo com tão pouca idade.

A história é dividida em três partes, na primeira Jaennelle tem sete anos, já na segunda tem 12 anos e, na última, completa 13 anos e é quando corre mais perigo. Você pode não gostar das regras e da história, mas tem que dar o braço a torcer para Anne Bishop porque em momento algum do livro a narração é feita por Jaenelle. Ela é a principal protagonista, é a Feiticeira e também quem liga todos os personagens, mas você só vai ler a visão de outros personagens. E antes que falem qualquer besteira já aviso que isso é incrível porque Jaenelle sabe de tudo, de todos os segredos, mas você, querido leitor, só vai descobrir quando nossos machos descobrirem também. É sensacional!

Cada capítulo tem o título como o local onde se encontra o personagem que está sendo narrado e o que está acontecendo ali. Lucivar e Daemon estão em Terreille, que é controlada por Dorothea SaDiablo – uma viúva negra incestuosa e pedófila. Mas é Hekatah, ex-mulher de Saetan, quem realmente controla Dorothea e a todas as regiões com feiticeiras corrompidas.

Na história, Lucivar e Daemon são mantidos separados em reinos distantes e controlados por feiticeiras com pedras fracas. Isso porque Dorothea já eliminou todas as mulheres que um dia poderiam tomar o poder dela e escravizou todos os homens que não quiseram servir a ela de espontânea vontade. Já Saetan vive no inferno – que é controlado por ele – junto com vários Demônios Mortos que apesar do nome não são ruins como se pensa. 

No começo Jaenelle, então com sete anos, aparece no Inferno e pede a Saetan que a ensine sobre as Artes e ele logo percebe que ela é a filha de sua alma e promete ensinar tudo o que ele sabe. A história mostrará o crescimento e o aprendizado de Jaenelle ao longo dos anos, que é obviamente maltratada pela família biológica, mas amada por demônios mortos e outros seres mágicos que os Sangue se esqueceram até da existência. 

Ao mesmo tempo Lucivar e Daemon continuam a sofrer e servir mulheres egoístas e malévolas. Em uma virada do destino, Daemon vai servir a família de Jaenelle e descobre que encontrou o que esperava há mais de 700 anos: a Feiticeira. Ele jura protegê-la de todos, até de Saetan – que ele só descobre ser o seu próprio pai muito próximo do fim do livro.

Mas Hekatah descobre sobre a existência de Jaenelle. Ela não sabe que ela é a Feiticeira da profecia. Sabe apenas que Saetan está treinando uma menina muito poderosa e então planeja destruí-la, obviamente. Daemon e Saetan devem então decidir se confiam um no outro para que possam proteger Jaenelle antes que algo terrível aconteça. O problema é que coisas terríveis acontecem.

Este livro é uma fantasia "pesada". Você encontra pedofilia, estupro, incesto não consentido, raspagem (castração do órgão sexual masculino), mortes, sangue e muitas outras desgraças. O lado bom é que a maioria das cenas mais fortes não são descritas visualmente. O leitor sabe o que aconteceu, mas não como aconteceu. Só que algumas dessas cenas são detalhadas, como a da raspagem por exemplo, então estômagos fracos poderão ter problemas. 

Mas, apesar de tudo que é ruim, o amor ainda tem o poder de salvar. Com o custo de alto preço porque tudo tem um preço. O editor do livro, Luís Corte Real, diz na Carta do Editor (p. 9):
“A Filha do Sangue é, no fundo, uma bela história de amor em que uma mulher é quase destruída por um mundo cruel, até o momento em que é salva (será mesmo?) por homens com almas desfiguradas pelo passado. Em Jaenelle está concentrada a força que permite aos três SaDiablo combater seus demônios interiores. Mas que preço cada um deles está disposto a pagar para realizar seu desejo mais profundo?”
Isso é um resumo incrível da história porque ela é salva por eles ao mesmo tempo que salva a si mesma e a todos. E pode acreditar que eles vão pagar cada centavo necessário para ter o que querem.

Caso não tenha se convencido ainda a ler esse livro, confira o trabalho da diagramação diferenciada – que até ganhou prêmio! – e julgue o livro pela capa. ;)





10 comentários :

  1. Carolina, que história incrível sério!
    A riqueza de detalhes é impressionante. Quero ler logo
    Maravilhosa a resenha.
    Beijos <3

    nikysecrets.blogspot.com.br

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    1. Fico muito feliz que tenha gostado e mais ainda por saber que despertei a sua vontade de ler. :)
      Obrigada pelo elogio e espero que consiga se emocionar tanto como eu me emocionei com essa história.

      Beijos!

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  2. Olá, Carolina. Tudo bem?
    Sou adepto de fantasias há muito, então imagino que conseguirei ler essa obra sem grandes problemas. E entendo o que você disse sobre a maturidade literária, pois nem todos os gêneros são tão acessíveis.
    Esse livro realmente tem uma premissa muito interessante e fiquei com uma vontade enorme de lê-lo. Porém, não tenho o tempo disponível necessário no momento. Mas pretendo ler em breve.

    M&N | Desbrava(dores) de livros - Participe do nosso top comentarista de fevereiro. Você escolhe o livro que quer ganhar!

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    1. Oi!
      Há histórias e histórias, certo? Quando se começa a ler um novo gênero é difícil de apreciar tudo que nos é proporcionado.
      Espero que consiga lê-lo logo e, quando o fizer, já tenha a continuação próxima porque é praticamente impossível não saltar para o Herdeira das Sombras. Rsrs

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  3. Acho que temos alguém empolgado aqui, hein? XD
    Eu sou um grande fã de fantasia, como algumas pessoas aqui já sabem, porém Dark Fantasy - o termo utilizado para narrativas fantásticas com elementos reais e pesados como os citados na postagem - não me agradam muito. Não por conta da tal maturidade literária a qual cita, mas por gostar da fantasia épica, aquela mais heroica e "perfeita".
    Contudo eu não seria louco de desmerecer a qualidade do trabalho da Saga A Joias Negras. Tenho ouvido falar do quão bem escrito é o texto e como a narrativa se desenvolve bem. Quem sabe, quando estiver no clima mais sombrio, não dê uma chance a essa leitura?

    Saudações,
    Ace Barros
    Capitão do drakkar Interlúdio, navegando pelo Multiverso X
    multiversox.com.br

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    1. Olá, Ace

      Sabe, eu não considerei esse livro como uma Dark Fantasy porque não achei tão pesada assim. Mas sei que todas as outras pessoas que leram acharam, então acredito que deve entrar no gênero - só que já vi histórias piores... Rsrsrs

      E eu amo fantasias épicas! SdA é um dos meus amores incondicionais! Acho que essas histórias trazem valores que muitas vezes nos esquecemos que são tão importantes para toda a sociedade.

      Mas, de uma forma geral, fantasia é meu gênero favorito. Seja ela pesada ou não. O que me importa na verdade é a qualidade da história.

      E vou te dizer que não acredito que seja necessário um clima mais sombrio para ler essa trilogia. Eu pelo menos não achei muito pesada. De qualquer forma, recomendo a leitura quando tiver um tempinho a mais!

      Beijos

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  4. Não costumo ler livros do gênero de A filha do sangue, entretanto, decidi arriscar e embarquei nessa leitura que pra mim foi uma grande aventura e grata surpresa neste inicio de ano e se tem algo indiscutivel é a sua qualidade. Mais o que quero falar é algo que li na sua resenha que pode ter um fundo de realidade mas me incomodou (por mais que está não tenha sido a sua intenção).

    Até certo ponto concordo com você com relação a maturidade literária alcançada por nós leitores, principalmente, para ler e entender determinados tipos de leituras. Entretanto, discordo de você quando afere essa falta de maturidade a leitores que leem romances estilo "Nicholas" ou da Harlequin. Para mim, aos que como você colocou " não vai conseguir ler, gostar e realmente compreender " são pessoas que independente dos livros que leem e de sua tal "maturidade" simplesmente não se identificam com a história e por isso não dão a devida atenção (que é de suma importância neste livro, já que o mesmo tem várias coisas que só faram sentido com um pequeno estudo da trama).

    Achei essa colocação sua meio preconceituosa e até arrogante (como você mesmo apontou que poderiam achar). Entretanto, consigo compreender sua opinião tendo em vista as opiniões que você deve ter obtido em outros blogs.

    E sim, gosto de livros do Nicholas, Nora e afins. Sim, ainda leio livros de banca (que muitos torcem a cara) e não tenho vergonha de falar. E sobretudo, tenho o discernimento e entendimento de acompanhar uma história como foi A filha do Sangue e saber compreendê-la assim como foi por exemplo, com O milagre, um dos livros do Nicholas.

    E é isso.
    Beijos

    Vento Literário

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    1. Oi, Nathalia
      Tudo bem?

      Quando eu disse "Se em toda sua vida só leu romances Harlequin ou dramas do Nicholas Sparks ou mesmo suspenses do Stephen King não vai conseguir ler, gostar e realmente compreender A Filha do Sangue." significa que se você nunca leu um livro do gênero fantasia antes não vai conseguir compreender e realmente aproveitar essa história.

      Isso porque, pra mim pelo menos, existe diversos gêneros e você ganha uma maturidade literária diferente em cada um. Sem ter uma experiência com livros de fantasia, essa história se torna complexa demais para ler.

      E não estou menosprezando romances Harlequin porque os adoro e sempre pego um para ler depois de um livro tenso. Foi um Harlequin histórico que me salvou depois de ler "Proibido". Já não posso dizer que adoro Nicholas Sparks porque odiei com todas as minhas forças "Querido John", mas já li outras histórias dele que gosto muito como "O Caderno de Noah" e "Porto Seguro". E Nora Roberts alguns livros excelentes, mas mesmo quando ela inclui alguns aspectos de fantasia ou sobrenatural, o foco é o romance. Eu sei que ela tem uma trilogia sobre vampiros agora que não li ainda, mas tenho interesse e talvez nesses livros a fantasia seja mais trabalhada.

      De qualquer forma, esses romances não são fantasias. Digo o mesmo sobre dramas e suspenses. O gênero da fantasia é algo tão complexo que é necessário um estudo prévio da história, uma reflexão e talvez até uma comparação sobre o universo que foi criado e o mundo que vivemos. Às vezes você tem um livro de um outro gênero que traz aspectos fantasiosos, mas eles não têm muita força na história.

      Fico super feliz por ter lido e gostado de A Filha do Sangue, mas tenho certeza que você já leu outras fantasias antes! Hahaha

      E, espero que não se ofenda, mas mantenho o que disse. Pessoas que não estão acostumadas com a "magia" têm muita dificuldade de perceber e aproveitar um livro assim. A primeira vez que li Senhor dos Anéis tinha 15 anos e não tinha a maturidade necessária para ler. Até então acredito que só tinha lido Harry Potter. Recentemente eu reli a história e foi completamente diferente. Hoje eu tenho a experiência de várias fantasias que antes não tinha e hoje eu compreendo e amo muito mais o Tolkien por tudo o que ele criou.

      Beijos!

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  5. Carol, esta trilogia ganhou um lugar tão, tão especial no meu coração que ela me mudou para sempre. Sempre preferi romances à fantasia, mas essa me fez mudar meu olhar para os gêneros literários. Jaenelle e sua história invadiu minha mente de uma forma surpreendente e eu a levarei para sempre comigo. Suas alegrias, suas tristezas, os horrores pelos quais passou e os momentos alegres que teve ao lado de todos que a amam de uma maneira tão profunda e especial explodiram minha mente de uma forma maravilhosa.

    Adorei esse livro, fiquei sofrendo pela continuação e aprendi a amar a história de Jaenelle e a escrita de Bishop. Ela ganhou o meu respeito!

    Muito obrigada por me apresentar à série, serei eternamente grata

    Beijos!

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    1. Eu fico emocionada, Iza.
      Amo saber que você amou e surtou assim como eu nessa história que é incrível e terrível ao mesmo tempo! Hahaha
      Eu que agradeço pela confiança de acrescentar um pouco mais na sua experiência literária. :)

      Beijos!!

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